Hélio foi passar o dia numa piscina num hotel algarvio onde, por hábito, grande parte dos clientes deixam clientes a guardar os pertences nas espreguiçadeiras embora passem o dia na praia. Hélio fez a mesma coisa e ao chegar ao local percebeu que a sua toalha e os óculos escuros tinham desaparecido, visto que tinha sido uma prática proibida. O nadador salvador devolveu-lhe a toalha, mas diz não ter visto óculos.
Hélio diz que os óculos são de grande valor sentimental e monetário, visto que foi comprado pelo pai numa viagem num valor de 600 euros.
Rita Neves, diretora de operações da unidade hoteleira, recorda a regra recente onde isso foi proibido. Acrescenta ainda que as regras são expostas no check-in. Afirma ainda que não se responsabilizam por bens materiais.
Ao tribunal, Hélio pede o valor do óculos.