Videojogos made in Portugal

Videojogos made in Portugal

Neste episódio

No NXT desta semana, celebramos a primeira gala dedicada aos videojogos made in Portugal, por ocasião dos Prémios PlayStation Portugal. Garantimos a reportagem mais completa do evento (e sabem que não estamos a brincar quando fazemos promessas assim). A festa inclui a primeira entrevista - exclusivo mundial! - a Liliana Laporte, a Portuguesa (e sim, uma mulher...) que substituiu James Armstrong aos comandos da PlayStation em todo o Sul da Europa.

Mesmo sem querer (só percebemos no fim), o programa sai-nos todo dedicado aos videojogos. Do lado da Nintendo, perseguimos todos os rumores em torno da nova consola NX, mais os jogos para telemóvel em que a nipónica vai começar a apostar. O que vale uma espreitadela na iminente Zelda: Twilight Princess HD que aí vem para a Wii U.

Temos o hotel dedicado aos videojogos que abriu na Holanda, a escola Norueguesa que trocou as aulas de Desporto por lições de Counter Strike e League of Legends, e o pacote de velhos tesourinhos (nada deprimentes) da Atari a caminho do Steam.

E o jogo da semana é Gravity Rush Remastered, a tentar repetir na PS4 o brilharete da PS Vita.

 

Não, o Futuro já não é o que era.

 


Sobre «NXT - O próximo passo»

Mas mais do que computadores e gadgets e até entretenimento (que também por aqui passam), «NXT» aposta na Ecologia e na Sustentabilidade, na investigação nos confins do Espaço e na profundeza dos Oceanos, nas mais recentes invenções e descobertas na área da Saúde, em tudo aquilo que nos surpreenda e faça reflectir sobre o quanto o Homem evoluíu e se ultrapassou.

Nas palavras do jornalista Paulo Bastos, que conduz este «NXT», «É feel good television. É uma estranha e inabalável fé num «Admirável Mundo Novo», muito longe das negras previsões de Aldous Huxley. Ou, se quiserem, «O Futuro já não é o que era». No bom sentido.»

Por isso mesmo, aqui cabe quase tudo... Com cartões de crédito mais seguros, viagens sem malas perdidas, baterias desdobráveis, tesouras capazes de cortar sempre a direito, papel à prova de água. Lutando contra a Malária, o Alzheimer, o Parkinson, o Autismo, as alergias. Documentando espantosas recuperações de lesões desportivas e doenças trágicas.

Bombeiros que recorrem à Realidade Virtual, lado a lado com o regime que era seguido pelos homens das cavernas (que eram gulosos). Pulmões e rins criados em laboratório, ossos de substituição a partir de células estaminais. Cirurgia assistida com hologramas. Aparelhos dentários sem arames. Lentes de contato «inteligentes». «Robots» com pele. Cetonas. Grafeno. Biogás. Levitação com ondas sonoras, naves espaciais construídas em casa, drones que velam pela vida selvagem.

A vida das formigas e das abelhas, as riscas das zebras, as estratégias de voo dos falcões, ou «porque voam os pássaros em «V»». Espécies desconhecidas nos mares da Antárctica. Mudanças climáticas. «Brain games» e ilusões de óptica. Jogos.

Semanalmente, Paulo Bastos traz-nos novas realidades, recentes descobertas, nacionais e internacionais, de África à América Latina, da Europa à Antárctica, fora do circuito habitual da Informação, no estilo acessível que todos lhe reconhecem e a análise crítica mais ou menos
subtil, mais ou menos descarada, que tanto o caracteriza.

«NXT» enquadra o Passado no Presente, para nos deixar adivinhar quanto pode mudar o Futuro. Que é como quem diz, «já».

Ficha Técnica

Título Original: Videojogos made in Portugal
Categoria: Tecnologia
Formato: Ação
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