Diogo Ayres de Campos, presidente da Federação Portuguesa de Obstetrícia e Ginecologia, considera que a situação vivida na Ginecologia e Obstetrícia dos hospitais portugueses tem-se vindo a agravar nos "últimos dois anos" e critica o facto de se estar a "aceitar" aquilo que diz ser uma "realidade inédita", a de que "as urgências e maternidades podem estar encerradas parcialmente durante algum tempo, não conheço mais nenhum país onde isso aconteça".