Carlos Cortes, bastonário da Ordem dos Médicos, considera que os problemas no SNS atingiram um patamar de “banalização” e “aceitação” que é “absolutamente inadmissível”, referindo que o fecho de urgências ou tempos de espera a rondar as 20 horas seriam aberturas de jornais há 10 ou 15 anos atrás.