Florinda (Ana Brito e Cunha) e os indígenas servem sopa ao grupo. Eles estão convencidos que os indígenas os querem engordar para depois os comerem, mas Florinda não acredita nisso e aconselha-os a comer, porque a sopa está muito boa. Os homens resistem pouco e deliciam-se com a sopa. As mulheres também comem e até Tomé (Pedro Teixeira) acaba por se render.
Celeste (Margarida Antunes) vai ter com o Padre (Carlos M. Cunha) e conta-lhe que andam a fazer um arranjinho entre ela e Agostinho (Dinarte Branco). O Padre não acha que Agostinho seja o melhor marido para Celeste e tenta mostrar-lhe isso, mas Celeste tem tanta vontade de casar, que acredita que os defeitos dele não são assim tão grandes e que o amor pode surgir.
Ivone (Maria Emília Correia) quer ajudar Glória (Catarina Avelar) a preparar o seu debate e diz-lhe que deve falar dos podres dos outros candidatos. Glória não concorda. Quer focar-se nas ideias políticas de cada um e não aproveitar-se das suas vidas pessoais. Ivone diz que a irmã não percebe nada de política e que assim não vai ser eleita.
Fernando (Manuel Marques) faz o último depoimento para a câmara, pois está convencido de que vai ser cozinhado de seguida. Tomé (Pedro Teixeira) encontra-o e também quer fazer um último depoimento para a filha. Começam a disputar a câmara e ela acaba por cair na água. Fernando fica desesperado e diz que nunca ninguém vai saber o que lhes aconteceu. Tomé também fica desolado.
Está tudo a postos para começar o debate. Glória (Catarina Avelar) e Lenita (Sofia Grillo) em lados opostos. Há muitos populares por ali e os outros candidatos também assistem. Delfim (Rui Melo) e João Maria (Ricardo Trêpa) estão convencidos de que as mulheres não vão longe. Marco acha que o debate vai correr bem e Carlos diz que se nota mesmo que ele não é da aldeia. Glória chama Lenita de galdéria e todos ficam chocados. Ivone ri-se.