Em «A Sentença», o primeiro caso do dia ilustra como nos podemos sentir duplamente penalizados quando somamos aos dados monetários o facto de não haver quem assuma a responsabilidade. Era um dia como tantos outros quando Lília foi surpreendida por um veiculo que entrou desgovernado pela loja. Depois de contabilizados os danos, a lojista deparou-se com um “passa a culpa”, sem haver quem assuma os custos pelo sucedido.