Em análise ao ataque reclamado pela Ucrânia, que diz ter atingido um navio de guerra russo no porto da Crimeia, o tenente-coronel Jorge Rodrigues não considera "extraordinário" um impacto a este nível.
Por outro lado, "o fator psicológico e simbólico é evidente e notório", afirma, explicando que se deve à "sensibilidade que esta questão pode transmitir à segurança das forças".