Cláudio Ramos reflete sobre a sua morte e leva Cristina Ferreira às gargalhadas: «Eu era beatificado...»
No «Dois às 10», a conversa enveredou por caminhos sombrios, mas com um toque de humor. A discussão sobre jazigos familiares e a morte trouxe à tona reflexões sobre a vida e o que deixamos para trás. A questão de quem limpará o jazigo e se alguém se lembrará de nós gerou momentos de descontração. «Estou sem sempre a esperança de um dia me vou lá assim e alguém me vá lá limpar e ainda esteja vivo», brincou um dos presentes. A conversa também abordou a insignificância dos bens materiais e heranças, com a constatação de que «quando não há nada, ninguém se jateia». A futilidade de conflitos familiares por causa de dinheiro foi outro ponto de destaque, com todos concordando que «o mal é quem tem alguma coisinha». Saiba mais em TVI Player
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