“A evidência científica era pobre”. As razões do Hospital Dona Estefânia para ter travado o tratamento das gémeas

8 dez 2023

Antes do Hospital de Santa Maria, a família das gémeas contactou o hospital pediátrico Dona Estefânia, também em Lisboa, para tentar obter o medicamento mais caro do mundo. 

A troca de e-mails durou mais de um mês, mas foram várias as objeções levantadas pelos médicos. 

A administração do hospital revela à TVI que foi-lhes “explicado que o processo de obtenção do tratamento seria complicado pela necessidade de admitir que existiria uma vantagem clínica adicional (possível, mas incerta) e pelas dificuldades administrativas” - o medicamento ainda não tinha aprovação pela Agência Europeia do Medicamento, nem do Infarmed, a Autoridade Nacional do Medicamento.

“A evidência científica era pobre” e muito produzida ou paga pela empresa que fez o medicamento, sublinha o diretor clínico da altura, Luís Nunes, para quem “não se pode dar um medicamento de 2 milhões, cem mil ou um euro só porque se diz que é melhor”. 

Sandra Felgueiras traz os temas mais polémicos, trabalhados por uma equipa de elite inteiramente dedicada a encontrar a verdade e os factos.

 

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