Sobre o repatriamento desta família portuguesa sucessivamente adiado pelos governos do PS e agora do PSD, o ministro dos Negócios Estrangeiros não responde à avó destas crianças. Delfina Lopes viajou esta semana até ao Palácio das Necessidades, mas saiu de mãos a abanar. Paulo Rangel deixou-a partir com a esperança desfeita em pedaços e com o sentimento de que o Estado português abandonou a filha e as netas crianças a um inferno que todos os dias pode terminar em violação ou até na morte.