Há um ano, o país ficou em choque com um acórdão que absolveu um pai que chamou porca e bateu na filha de apenas quatro anos, alegando que uma bofetada é um ato pedagógico.
O que ninguém sabia é que, dois meses depois, a autora principal desta decisão judicial seria chamada a integrar o atual Governo como secretária de Estado da justiça. Confrontada pelo Exclusivo, da TVI, a atual secretária de Estado mantém tudo o que escreveu no acórdão.