João Maria entra e Rufino desfaz-se em simpatia. Lenita estranha aquela atitude de Rufino e ele pergunta como é suposto tratar um presidente da junta. Rufino oferece-lhe o melhor whisky e Peixoto também quer, mas Rufino diz-lhe que não tem dinheiro para pagar. João Maria queixa-se do assalto de Albino, mas Lenita defende Albino e acusa João Maria de não ser santo nenhum.
Florinda vai ter com o Padre em prantos e pede-lhe para lhe dizer que o boato que ouviu sobre Albino é mentira, mas infelizmente o Padre não lhe pode dizer isso, pois foi ele que viu Albino entrar na junta e parece que ficou lá algum tempo sozinho. Florinda acha que o marido não fez nada daquilo, mas as evidências indicam o contrário. O Padre dá força a Florinda.
Fernando vai ao café e recorda os tempos em que ele e Tomé cantavam na dupla sertaneja. Emocionam-se ao lembrarem o quanto ensaiaram e como as pessoas gostavam de os ouvir cantar. Deixam-se levar pela emoção e começam a cantar juntos.
Albino, Glória e Ivone continuam pegados. Florinda chega a casa devastada e diz que precisa de falar a sós com Albino. Glória e Ivone já sabem do que se trata e por isso pode falar à frente delas. Florinda repara nos móveis diferentes mas nem diz nada. Quando estão só os dois, Florinda pergunta a Albino se foi ele que assaltou a junta.
Tomé e Fernando já beberam bem e deu-lhes para o sentimento. Celembram os bons momentos que passaram enquanto dupla sertaneja e Tomé pede desculpa por ter decidido seguir uma carreira a solo. Fernando diz que compreende e deseja-lhe toda a sorte do mundo. Abraçam-se emocionados. Fátima e Josefa comentam que eles já beberam demais.
São e Vuitton acham que Fernando está a demorar muito e imaginam que esteja a ter uma valente discussão com Tomé. São não se conforma que Tomé tenha decidido seguir uma carreira a solo e tenha traído Fernando. São fica pensativa e diz que Fernando devia fazer o mesmo. Vuitton acha que devia ser Fernando a decidir, mas São diz que ele sempre fez o que ela decide e que vai ser sempre assim.
Albino jura que não roubou nada e afirma que nunca foi ladrão, mas relembra o que fazia no cemitério e Florinda fica desanimada. Albino diz que aquilo não eram bem roubos, porque os mortos já estavam mortos e as coisas iam estragar-se. Diz que enquanto presidente também havia uns sacos azuis, mas isso faz parte da política.