João Miguel Tavares diz não conseguir mostrar indignação, no caso da Caixa Geral de Depósitos, porque acredita que no início do processo, as pessoas envolvidas estariam bem intencionadas e agiram pelo interesse do país.
Relacionados
00:02:19
«É um livro de memórias de uma pessoa que está desmemoriada»
Segunda, 20 fev 2017
00:04:43
«O governo não fez nada do que prometeu»
Segunda, 20 fev 2017
00:02:27
«O livro é bastante mais ajuste de contas»
Segunda, 20 fev 2017
00:02:04
«Eu acho que era tudo pelo interesse de Portugal»
Segunda, 20 fev 2017
00:03:04
Trump garante que a sua equipa «é uma máquina bem oleada»
Segunda, 20 fev 2017
00:02:00
«Nós precisamos de bons aldrabões»
Segunda, 13 fev 2017
00:04:04
«Houve candidatos que se meteram em trapalhadas com as mulheres que não eram as deles»
Segunda, 13 fev 2017
00:03:49
«Gostava de ter visto um anúncio no televendas com o selo da casa branca lá atrás»
Segunda, 13 fev 2017
00:03:30
«É bom que venha alguém e tente tirar a democracia liberal da nossa cama»
Segunda, 13 fev 2017
00:04:31
«Em Portugal, há 200 abortos por cada 1000 crianças que nascem»
Segunda, 13 fev 2017
00:02:02
Passos Coelho tem liderança em risco?
Segunda, 13 fev 2017
00:01:24
Estratégia do PSD para as autárquicas
Segunda, 13 fev 2017
00:03:04
«José Sócrates processou-se a si próprio»
Segunda, 6 fev 2017
00:02:10
A posição do partido comunista em relação à municipalização da Carris
Segunda, 6 fev 2017
00:02:12
«Uma pessoa tem o direito de fazer o que quiser com a sua vida»
Segunda, 6 fev 2017
00:02:47
Reposição ou redução das 35 horas de trabalho na função pública
Segunda, 6 fev 2017
00:02:06
«A literatura também usa palavrões de vez em quando»
Segunda, 6 fev 2017
00:04:03
Instabilidade ortográfica
Domingo, 29 jan 2017
00:04:36
«A razão de ser uma ovação de pé, é porque ele não mandou as pessoas sentar»
Domingo, 29 jan 2017
00:03:43
«Tudo leva a crer que ele está a ir pela lista telefónica»
Domingo, 29 jan 2017