EP 105 Ana Carolina pede Carlos em namoro

Episódio 105.

Qua, 8 set 2021 21:45 TVI

Neste episódio

Em «Festa é Festa», Tomé (Pedro Teixeira) julga que Paulo (Hélder Ágapito) se está a referir a si próprio e acusa-o de nem sequer saber pegar no stick. Paulo diz que não está a falar de si e Jorge (Manuel Melo) acha que Paulo está a falar dele. 

São (Sílvia Rizzo) está incomodada com a conversa de Fernando (Manuel Marques) em não querer voltar para França e tenta perceber quais os motivos. 

Paulo (Hélder Ágapito) insiste que Tomé (Pedro Teixeira) não tem visão e ele fica irritado. Tomé julga que Paulo se está a referir a si próprio e acusa-o de nem sequer saber pegar no stick. Paulo diz que não está a falar de si e Jorge (Manuel Melo) acha que Paulo está a falar dele. Paulo insiste que Tomé não tem visão e ele fica irritado. Paulo segreda o nome do craque de hóquei ao ouvido de Tomé e ele fica muito surpreendido. Paulo pede a Tomé para lhe largar os colarinhos e só agora ele percebe que ainda o estava a agarrar.

São (Sílvia Rizzo) continua a tentar perceber quais os motivos que levam Fernando (Manuel Marques) a perguntar se ela quer voltar para Paris. Vuitton (Beatriz Costa) ouve a conversa e fica chocada. Vuitton garante que não vai ficar ali, pois a sua terra é Paris. São ralha com Fernando por ter estragado o dia a Vuitton.

Paulo (Hélder Ágapito) acaba de compor a camisa e diz que tem de ir à sua vida, mas pede a Tomé (Pedro Teixeira) para pensar bem no que ele lhe disse. Jorge (Manuel Melo) está muito curioso para saber quem é o craque, mas Tomé não lhe diz e vai averiguar aquela informação.

Betinha (Ana Marta Contente) ainda não está esclarecida sobre quais serão as suas funções na Câmara, mas Bino (Pedro Alves) também não a esclarece, pois começa a divagar sobre os seus métodos de trabalho.

António (Luís Simões) está a desempacotar e arrumar as encomendas que chegaram e pede a Aida (Ana Guiomar) para o ajudar, pois foi isso que ficou acordado quando ele fez greve. Aida lamenta-se pelo fiasco que foi a quermesse e tenta esquivar-se a arrumar as encomendas. Tomé (Pedro Teixeira) chega muito afogueado e Aida e António assustam-se.

Bino (Pedro Alves) continua o seu discurso e Betinha (Ana Marta Contente) ouve-o muito atenta, mas continua sem perceber quais serão as suas funções. Bino tenta cativar Betinha e ela está a deixar-se levar, mas desperta e exige saber com o que contar, pois também tem ambições. Bino fica surpreendido com aquela reação.

Paulo (Hélder Ágapito) entra pela sacristia adentro com a sua bicicleta e o Padre (Carlos M.Cunha) chama-o à atenção por isso. O Padre não espera correspondência e julga que Paulo se enganou no destinatário, mas Paulo refere que a carta é mesmo para o Padre e que veio do estrangeiro. O Padre fica intrigado.  

Glória (Catarina Avelar) dá um cartão com uma oração a Camila (Marta Gil) e diz-lhe que é bom contra o mau olhado. Glória acha que Camila também devia rezar pelo Sôtor (José Carlos Pereira) e não consegue evitar mostrar desagrado com o que ele fez à mulher. Camila defende o Sôtor e pede à mãe para não lhe apontar o dedo.

O Padre (Carlos M.Cunha) olha para a carta, suspira e ganha coragem para a abrir. O Padre começa a ler a carta e abre muito os olhos, depois continua a ler com um ar ansioso.

Ana Carolina (Beatriz Barosa) está a ver os vinis da avó, tentando adivinhar o que Carlos (Rodrigo Paganelli) quer ouvir e acaba por encontrar um papel que diz "vale um piquenique". Ela fica muito surpreendida e vai arranjar-se, toda contente.

Camila (Marta Gil) bebe o café a correr e Glória (Catarina Avelar) lembra-a que o trabalho não é tudo e que viver só para trabalhar, não é vida. Camila reconhece que a mãe tem razão e revela que tem andado a pensar nisso. Camila vai embora e deixa o cartão com a oração. Glória reza pela filha. 

Tomé (Pedro Teixeira) está a avaliar cada movimento de António (Luís Simões) e este começa a ficar desconfortável. Tomé atira uma "bola" a António e este acerta-lhe com um chouriço, como se fosse um stick e marca "golo". Tomé fica a pensar naquilo, mas não diz nada. Aida (Ana Guiomar) acha que ele está a ficar com um esgotamento.

Fernando (Manuel Marques) visita Bino (Pedro Alves) e diz que está ali como família e não como "primeiro-damo" de São (Sílvia Rizzo). Fernando diz ter saudades de conversar com Bino e este culpa São por se ter metido onde não devia. Fernando defende São e garante que ela só quer ajudar, mas Albino diz que se fosse isso, ela teria feito uma coisa que não fez.

Ana Carolina (Beatriz Barosa) fica maravilhada com a surpresa que Carlos (Rodrigo Paganelli) lhe preparou e pergunta-lhe se quer namorar com ela. Carlos fica confuso, pois achava que já namoravam. Ana Carolina diz-lhe que quer oficializar o namoro e ficam os dois a olhar um para o outro de forma significativa.


Sobre «Festa é festa»

«Festa é Festa» conta a história de uma aldeia, que este ano prepara a maior e melhor festa da aldeia de sempre. Isto porque é o ano em que a maior benemérita/mecenas (D. Corcovada) dessa mesma aldeia cumpre o seu centenário.

Todos querem fazer um brilharete neste festejo, com vista à herança da idosa, não se poupando a esforços (tal como fazem há mais de vinte anos, mas a idosa não há maneira de se finar...), nomeadamente Albino, o figurão da aldeia, que é, nada mais, nada menos, que o Presidente da Junta. Presidente esse que é também o Presidente da Comissão de Festas. E o Presidente da Casa do Povo. E do Clube de Hóquei em Patins. E coveiro. E tudo, basicamente. Um pavão, que se acha o Marcelo da Aldeia. 

Assim, a festa que, supostamente, seria um motivo de concórdia entre toda a população, vai ser tudo menos isso, começando pela sua organização. Isto porque Tomé (dono do café da aldeia e o “Correio da Manhã” de serviço no que toca a coscuvilhices), o grande rival de Albino desde sempre, vai disputar com ele a presidência da comissão de festas, visto o ano passado competir-lhe a ele, mas a festa não se ter realizado por causa da pandemia. Só que Albino jamais lhe dará essa missão num ano tão simbólico, que pode ser o último de Corcovada. Mas, também, porque cedo recebem na aldeia a notícia de que a TVI vai transmitir a festa em direto. E é aqui que toda a aldeia vai querer dar o seu melhor, defendendo cada um dos intervenientes os seus interesses, mesmo que isso colida de frente com os dos outros. 

Também com vista na herança da idosa, em Lisboa, o neto falido da mesma (um “tio” lisboeta, meio pedante) tem o plano de enviar a sua filha (bisneta da idosa) para a aldeia, no sentido de conquistar e construir uma relação com a idosa, mas com a desculpa da filha ir “curar-se” de um enorme desgosto amoroso que acabou de ter, visto o namorado tê-la trocado pela sua melhor amiga. 

E eis que, quando uma jovem lisboeta, altamente cosmopolita e tecnológica... e queque, cai contrariada naquilo que considera um fim-de-mundo, nomeadamente por não ter shoppings, lifestyle e 4G só de vez em quando... 

Tem tudo para correr mal, não fosse a meio do processo encantar-se por um jovem aldeão, que pouco ou nada conhece fora daquela aldeia. Ou seja, duas pessoas de dois mundos completamente diferentes e antagónicos. Este jovem é filho de Albino, mas a antítese do pai. É um rapaz simplório, acólito, trabalhador, mas com uma falta de jeito (e experiência) gritante com as mulheres. Todavia, irá desde cedo sentir o seu coração a palpitar por Ana Carolina. 

Contudo, a chegada de uma família de emigrantes “filhos da terra”, vai agitar, não só a aldeia, como também o coração destes dois jovens, já que dessa família fazem parte os jovens irmãos gémeos, falsos, Louis e Vuitton, um rapaz e uma rapariga que irão despertar paixões em Ana Carolina e Carlos, respetivamente, criando dois triângulos amorosos tão surpreendentes, como inesperados. 

Inesperados serão também os acontecimentos que se sucederão nesta aldeia, cujos habitantes teimam em fazer de cada dia uma “aventura” diferente, com peripécias e conflitos, que parecem não ter fim. 

De forma humorada, pretende-se com Festa é Festa fazer um retrato do Portugal real, das raízes e cultura do seu povo, ficcionando temas do dia-a-dia da vida das pessoas, num universo tão português, como é a aldeia e o seu evento maior: a festa. 

E é assim, que esta aldeia tão portuguesa verá retratada, de uma forma totalmente abrangente e transversal, todos os temas das sociedades atuais, personalizado em pessoas que “se não existissem, tinham de ser inventadas”. 
Foi o caso...

Elenco: Maria do Céu Guerra, Pedro Teixeira, Ana Guiomar, Pedro Alves, Ana Brito e Cunha, Sílvia Rizzo, Maria Rueff, Manuel Marques, Inês Herédia, Aldo Lima, Carlos M. Cunha e muitos mais.

 

Produção 
Ana Antunes
Realização
António Borges Correia
Nuno Franco 
Rodrigo Duvens Pinto
Pedro Brandão
Cenografia
Catarina Amaro
Produção Musical
António Lopes
Sonoplastia
Luís Mendes
Direção de Produção
Pedro Miranda
Consultoria Geral
José Eduardo Moniz
Direção Artística
Hugo de Sousa
Direção de Conteúdos e Produção
Gabriela Sobral
Direção de Entretenimento e Ficção TVI
João Patrício, Lurdes Guerreiro, André Manso
Diretora de Entretenimento e Ficção TVI
Cristina Ferreira
Diretor Geral TVI
Hugo Andrade
Uma Produção Plural para a TVI
 

Ficha Técnica

Título Original: Ana Carolina pede Carlos em namoro
Categoria: Novela nacional
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