EP 213 Florinda está doente?

Episódio 213 de «Festa é Festa».

Qui, 13 jan 2022 22:00 TVI

Neste episódio

Fernando diz a Bino (Pedro Alves) que não quer abdicar do cargo de Presidente da Junta. Bino tenta dar-lhe a volta e diz que não é abdicar. Fernando não fica convencido e alega que São nunca o perdoaria se fizesse isso. Bino pergunta-lhe se ela preferia saber que Fernando fez um teste de ADN para saber se Louis era seu filho. Fernando não gosta da ameaça. 

Zé Tó conversa com Joca sobre não terem quem faça os cenários. Peixoto (Vítor Emanuel) ia a passar pelo largo, ouve a conversa e decide intervir. Peixoto faz algumas perguntas e Zé Tó e Joca percebem logo que estão na presença de mais um cromo. 

Florinda (Ana Brito e Cunha) está a sentir-se mal e tenta abrir um pacote de açúcar. Manel e Carlos (Rodrigo Paganelli) estão entretidos a olhar para o jornal e não dão por nada. Florinda cai ao chão e eles ficam em pânico.

Aida comenta com António (Luís Simões) que foi uma perda de tempo ter ido ao atelier de São, pois ficou a saber o mesmo. Aida conta que ficou à espera de novidades de Fernando, mas ele ainda sabia menos do que ela. 

Corcovada fica sobressaltada ao ver Florinda estatelada no chão, com Carlos e Manel de volta dela. Florinda diz que está bem, mas todos acham que não está. Carlos diz que há muito tempo que a mãe não anda bem. Corcovada diz que vão já tratar disso. Jorge empurra a cadeira de rodas de Glória. Ela vem a protestar por ter de andar naquilo e por ter de conviver com ele. Glória pede a Jorge para ir à mercearia e só voltar quando souber quem era a mulher que viram entrar para lá.

Elisabete está passada a organizar as papeladas e dossiers que Valquíria desorganizou. Peixoto aparece e Elisabete avisa que está com pouca paciência. Elisabete entrega-lhe um cinto e pede-lhe para avisar Valquíria que deixou ali alguns pertences.

Peixoto, tristonho, diz que já não a pode avisar e Elisabete percebe que algo se passou. Peixoto conta a Elisabete que Valquíria o traiu e ela fica com pena dele. Peixoto começa a falar e nunca mais se cala. Elisabete fica incomodada com tanta informação e pede-lhe para parar. 

Glória insiste com Jorge para ir à mercearia recolher as informações que lhe pediu. Jorge não quer ir e diz-lhe que aquilo não tem jeito nenhum. Glória dá-lhe 10€ e ele diz que afinal não tem mal nenhum. Manuela está a tentar ganhar coragem para ir falar com Zé Tó, mas pela primeira vez na vida, está insegura e fala de si para si, tentando ganhar coragem. Jorge passa por ela, mas ela nem lhe liga. Manuela olha para Zé Tó e decide ir ter com ele. 

Elisabete (Ana Marta Contente) anuncia Peixoto (Vítor Emanuel) e Bino (Pedro Alves) pede-lhe só para esperar um pouco, pois está a acabar uma conversa com Fernando. Este está indignado por Bino o mandar trabalhar e ao mesmo tempo o expulsar do seu local de trabalho. Bino lá consegue despachar Fernando e Peixoto diz que tem uma coisa para lhe contar.


Sobre «Festa é festa»

«Festa é Festa» conta a história de uma aldeia, que este ano prepara a maior e melhor festa da aldeia de sempre. Isto porque é o ano em que a maior benemérita/mecenas (D. Corcovada) dessa mesma aldeia cumpre o seu centenário.

Todos querem fazer um brilharete neste festejo, com vista à herança da idosa, não se poupando a esforços (tal como fazem há mais de vinte anos, mas a idosa não há maneira de se finar...), nomeadamente Albino, o figurão da aldeia, que é, nada mais, nada menos, que o Presidente da Junta. Presidente esse que é também o Presidente da Comissão de Festas. E o Presidente da Casa do Povo. E do Clube de Hóquei em Patins. E coveiro. E tudo, basicamente. Um pavão, que se acha o Marcelo da Aldeia. 

Assim, a festa que, supostamente, seria um motivo de concórdia entre toda a população, vai ser tudo menos isso, começando pela sua organização. Isto porque Tomé (dono do café da aldeia e o “Correio da Manhã” de serviço no que toca a coscuvilhices), o grande rival de Albino desde sempre, vai disputar com ele a presidência da comissão de festas, visto o ano passado competir-lhe a ele, mas a festa não se ter realizado por causa da pandemia. Só que Albino jamais lhe dará essa missão num ano tão simbólico, que pode ser o último de Corcovada. Mas, também, porque cedo recebem na aldeia a notícia de que a TVI vai transmitir a festa em direto. E é aqui que toda a aldeia vai querer dar o seu melhor, defendendo cada um dos intervenientes os seus interesses, mesmo que isso colida de frente com os dos outros. 

Também com vista na herança da idosa, em Lisboa, o neto falido da mesma (um “tio” lisboeta, meio pedante) tem o plano de enviar a sua filha (bisneta da idosa) para a aldeia, no sentido de conquistar e construir uma relação com a idosa, mas com a desculpa da filha ir “curar-se” de um enorme desgosto amoroso que acabou de ter, visto o namorado tê-la trocado pela sua melhor amiga. 

E eis que, quando uma jovem lisboeta, altamente cosmopolita e tecnológica... e queque, cai contrariada naquilo que considera um fim-de-mundo, nomeadamente por não ter shoppings, lifestyle e 4G só de vez em quando... 

Tem tudo para correr mal, não fosse a meio do processo encantar-se por um jovem aldeão, que pouco ou nada conhece fora daquela aldeia. Ou seja, duas pessoas de dois mundos completamente diferentes e antagónicos. Este jovem é filho de Albino, mas a antítese do pai. É um rapaz simplório, acólito, trabalhador, mas com uma falta de jeito (e experiência) gritante com as mulheres. Todavia, irá desde cedo sentir o seu coração a palpitar por Ana Carolina. 

Contudo, a chegada de uma família de emigrantes “filhos da terra”, vai agitar, não só a aldeia, como também o coração destes dois jovens, já que dessa família fazem parte os jovens irmãos gémeos, falsos, Louis e Vuitton, um rapaz e uma rapariga que irão despertar paixões em Ana Carolina e Carlos, respetivamente, criando dois triângulos amorosos tão surpreendentes, como inesperados. 

Inesperados serão também os acontecimentos que se sucederão nesta aldeia, cujos habitantes teimam em fazer de cada dia uma “aventura” diferente, com peripécias e conflitos, que parecem não ter fim. 

De forma humorada, pretende-se com Festa é Festa fazer um retrato do Portugal real, das raízes e cultura do seu povo, ficcionando temas do dia-a-dia da vida das pessoas, num universo tão português, como é a aldeia e o seu evento maior: a festa. 

E é assim, que esta aldeia tão portuguesa verá retratada, de uma forma totalmente abrangente e transversal, todos os temas das sociedades atuais, personalizado em pessoas que “se não existissem, tinham de ser inventadas”. 
Foi o caso...

Elenco: Maria do Céu Guerra, Pedro Teixeira, Ana Guiomar, Pedro Alves, Ana Brito e Cunha, Sílvia Rizzo, Maria Rueff, Manuel Marques, Inês Herédia, Aldo Lima, Carlos M. Cunha e muitos mais.

 

Produção 
Ana Antunes
Realização
António Borges Correia
Nuno Franco 
Rodrigo Duvens Pinto
Pedro Brandão
Cenografia
Catarina Amaro
Produção Musical
António Lopes
Sonoplastia
Luís Mendes
Direção de Produção
Pedro Miranda
Consultoria Geral
José Eduardo Moniz
Direção Artística
Hugo de Sousa
Direção de Conteúdos e Produção
Gabriela Sobral
Direção de Entretenimento e Ficção TVI
João Patrício, Lurdes Guerreiro, André Manso
Diretora de Entretenimento e Ficção TVI
Cristina Ferreira
Diretor Geral TVI
Hugo Andrade
Uma Produção Plural para a TVI
 

Ficha Técnica

Título Original: Florinda está doente?
Categoria: Novela nacional
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