EP 324 Isabel vai embora da aldeia?

Episódio 323. 

Qua, 25 mai 2022 21:55 TVI

Neste episódio

Florinda (Ana Brito e Cunha) sente-se envergonhada por ter ido ao cinema com Zé Tó (Aldo Lima) e não ter parado de pensar em Bino (Pedro Alves). Corcovada (Maria do Céu Guerra) não a censura e revela que percebeu que ela ficou abalada com o beijo que Bino lhe deu. Florinda não percebe porque se sente assim e Corcovada diz-lhe que são as reviravoltas da vida.

Mário (Pedro Giestas) pergunta por Abel (Júlio César) e Isabel (Marta Melro) diz-lhe que já saiu e que tem andado muito bem. Mário agradece a forma como Isabel tem tratado dele e diz que não podia ter melhor companhia. Isabel comove-se e começa a chorar. Isabel revela que deu o nome de Abel ao filho e agora é Mário que se emociona. Mário recompõem-se e pede desculpa por se ter emocionado. Mário concorda com o nome e agradece a Isabel por também ter tomado conta dos seus filhos tão bem e pede desculpa por nem sempre lhe ter dado o devido valor. Mário reconhece que só deu valor quando a perdeu e pergunta se ainda vai a tempo de lhe mostrar que está diferente. Isabel coloca a mão em cima da de Mário, mas antes que tenha oportunidade de dizer alguma coisa, chega Abel, que fica muito surpreendido por ver Mário. Mário revela que tem pensado muito no passado e sabe que não esteve bem. Mário pede desculpa pela forma como se portou e pede uma segunda oportunidade para provar que consegue ser uma pessoa melhor. 

Aida (Ana Guiomar) avisa que se Tomé continuar a falar da irmã, vai ficar a dormir no sofá para sempre. Tomé diz que tem o direito de falar na família dele, mas Aida lembra que tinham um pacto e que ele não o está a respeitar. 

São (Sílvia RIzzo) vai à mercearia só para contar que já tratou de tudo para as férias. Aida, que já estava enervada, fica ainda mais e pergunta se sempre vão para as Maldivas. São revela que vão para mais perto, mas não deixa de ser um sítio muito especial. Aida tenta saber que sítio é esse. 

Zé Tó (Aldo Lima) mostra o primeiro episódio da novela a Corcovada para saber a opinião dela. Ela diz que está maravilhoso e que superou todas as suas expectativas. Corcovada diz que Zé Tó põe muito amor no que faz e ele emociona-se. Zé Tó afirma que a aldeia e as suas gentes o inspiraram, sobretudo, Corcovada e agradece-lhe por isso. 

Nelinha (Inês Herédia) já está a comer os snacks de Isabel, ansiosa para saber se Isabel vai ficar pela aldeia ou se vai embora. Isabel conta que Mário vai passar o fim de semana lá em casa e Nelinha quer saber quanto tempo mais ele vai ficar. Isabel acaba por revelar que Mário está a trabalhar num jornal em Lisboa e Nelinha prevê o pior. Nelinha só está preocupada com a possibilidade de Isabel ir embora da Bela Vida e quer saber se há realmente essa hipótese ou não. Isabel acaba por confirmar que pode acontecer sim, mas ainda é muito cedo para pensar nisso. Mas Manuela já não consegue pensar em mais nada.

Carlos (Rodrigo Paganelli) acusa Ana Carolina (Beatriz Barosa) de estar azeda e ela diz que está farta da postura dele perante a vida. Ana Carolina critica-o por nunca tomar a iniciativa para nada e nunca ter vontade de nada. Ana Carolina afirma que aquilo é tudo muito pouco para ela e o ambiente fica ainda mais tenso entre os dois.

Isabel está confusa com as perguntas de NElinha e esta pede-lhe apenas para não ir embora. Nisto abraça-a e desata a chorar. Isabel fica muito surpreendida com aquele abraço e retribui, sem saber o que dizer

 


Sobre «Festa é festa»

«Festa é Festa» conta a história de uma aldeia, que este ano prepara a maior e melhor festa da aldeia de sempre. Isto porque é o ano em que a maior benemérita/mecenas (D. Corcovada) dessa mesma aldeia cumpre o seu centenário.

Todos querem fazer um brilharete neste festejo, com vista à herança da idosa, não se poupando a esforços (tal como fazem há mais de vinte anos, mas a idosa não há maneira de se finar...), nomeadamente Albino, o figurão da aldeia, que é, nada mais, nada menos, que o Presidente da Junta. Presidente esse que é também o Presidente da Comissão de Festas. E o Presidente da Casa do Povo. E do Clube de Hóquei em Patins. E coveiro. E tudo, basicamente. Um pavão, que se acha o Marcelo da Aldeia. 

Assim, a festa que, supostamente, seria um motivo de concórdia entre toda a população, vai ser tudo menos isso, começando pela sua organização. Isto porque Tomé (dono do café da aldeia e o “Correio da Manhã” de serviço no que toca a coscuvilhices), o grande rival de Albino desde sempre, vai disputar com ele a presidência da comissão de festas, visto o ano passado competir-lhe a ele, mas a festa não se ter realizado por causa da pandemia. Só que Albino jamais lhe dará essa missão num ano tão simbólico, que pode ser o último de Corcovada. Mas, também, porque cedo recebem na aldeia a notícia de que a TVI vai transmitir a festa em direto. E é aqui que toda a aldeia vai querer dar o seu melhor, defendendo cada um dos intervenientes os seus interesses, mesmo que isso colida de frente com os dos outros. 

Também com vista na herança da idosa, em Lisboa, o neto falido da mesma (um “tio” lisboeta, meio pedante) tem o plano de enviar a sua filha (bisneta da idosa) para a aldeia, no sentido de conquistar e construir uma relação com a idosa, mas com a desculpa da filha ir “curar-se” de um enorme desgosto amoroso que acabou de ter, visto o namorado tê-la trocado pela sua melhor amiga. 

E eis que, quando uma jovem lisboeta, altamente cosmopolita e tecnológica... e queque, cai contrariada naquilo que considera um fim-de-mundo, nomeadamente por não ter shoppings, lifestyle e 4G só de vez em quando... 

Tem tudo para correr mal, não fosse a meio do processo encantar-se por um jovem aldeão, que pouco ou nada conhece fora daquela aldeia. Ou seja, duas pessoas de dois mundos completamente diferentes e antagónicos. Este jovem é filho de Albino, mas a antítese do pai. É um rapaz simplório, acólito, trabalhador, mas com uma falta de jeito (e experiência) gritante com as mulheres. Todavia, irá desde cedo sentir o seu coração a palpitar por Ana Carolina. 

Contudo, a chegada de uma família de emigrantes “filhos da terra”, vai agitar, não só a aldeia, como também o coração destes dois jovens, já que dessa família fazem parte os jovens irmãos gémeos, falsos, Louis e Vuitton, um rapaz e uma rapariga que irão despertar paixões em Ana Carolina e Carlos, respetivamente, criando dois triângulos amorosos tão surpreendentes, como inesperados. 

Inesperados serão também os acontecimentos que se sucederão nesta aldeia, cujos habitantes teimam em fazer de cada dia uma “aventura” diferente, com peripécias e conflitos, que parecem não ter fim. 

De forma humorada, pretende-se com Festa é Festa fazer um retrato do Portugal real, das raízes e cultura do seu povo, ficcionando temas do dia-a-dia da vida das pessoas, num universo tão português, como é a aldeia e o seu evento maior: a festa. 

E é assim, que esta aldeia tão portuguesa verá retratada, de uma forma totalmente abrangente e transversal, todos os temas das sociedades atuais, personalizado em pessoas que “se não existissem, tinham de ser inventadas”. 
Foi o caso...

Elenco: Maria do Céu Guerra, Pedro Teixeira, Ana Guiomar, Pedro Alves, Ana Brito e Cunha, Sílvia Rizzo, Maria Rueff, Manuel Marques, Inês Herédia, Aldo Lima, Carlos M. Cunha e muitos mais.

 

Produção 
Ana Antunes
Realização
António Borges Correia
Nuno Franco 
Rodrigo Duvens Pinto
Pedro Brandão
Cenografia
Catarina Amaro
Produção Musical
António Lopes
Sonoplastia
Luís Mendes
Direção de Produção
Pedro Miranda
Consultoria Geral
José Eduardo Moniz
Direção Artística
Hugo de Sousa
Direção de Conteúdos e Produção
Gabriela Sobral
Direção de Entretenimento e Ficção TVI
João Patrício, Lurdes Guerreiro, André Manso
Diretora de Entretenimento e Ficção TVI
Cristina Ferreira
Diretor Geral TVI
Hugo Andrade
Uma Produção Plural para a TVI
 

Ficha Técnica

Título Original: Isabel vai embora da aldeia?
Categoria: Novela nacional
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