EP 225 Tomé indignado com Joaquim Horta

Episódio 225. 

Qua, 26 jan 2022 21:55 TVI

Neste episódio

Manel (Vítor Norte) vê Abel (Júlio César) ali tão cedo e quer saber o que está ali a fazer. Abel diz que veio trazer croissants a Corcovada (Maria do Céu Guerra), mas avisa logo que Manel nem os vai cheirar. Ficam os dois a medir forças. Tomé começa a passar mal porque o ator que vai fazer dele é careca. 

Aida (Ana Guiomar) tenta animá-lo e diz que se calhar é outro Tomé, pois havia outro na aldeia, mas Tomé não se lembra de nada disso e acabam por chegar à conclusão que nunca houve outro, por isso aquele é mesmo o ator que vai fazer dele. 

Paulo (Hélder Agapito) insiste em saber como é o trabalho do carteiro e Betinha (Ana Marta Contente) fica baralhada, pois sabe que o carteiro é ele. Paulo leva a sua função de supervisor muito a sério e está disposto a despedir o carteiro, caso ele não cumpra o seu dever. Paulo pede a opinião a Bino sobre o carteiro e Bino percebe que não vai ter um dia fácil. 

Manel tenta tirar a caixa de croissants a Abel, mas este protege-a. Os dois discutem por causa dos croissants mas sobretudo porque têm ciúmes um do outro. Corcovada aparece e ralha com eles por estarem sempre a discutir. Corcovada acaba com aquilo e diz que vão sair todos para tomar o pequeno-almoço juntos. 

Tomé (Pedro Teixeira) está inconsolável pelo ator que vai fazer dele ser careca e pede a Aida (Ana Guiomar) que o defenda. Aida chama Joca e pede satisfações sobre a escolha do ator. Joca diz que ele fez um grande casting e não tinha como não ser escolhido. Aida fica toda inchada ao ver que a atriz que faz dela é alta e magra.

Vuitton (Beatriz Costa) já está junto a Aves (Hugo Sousa), mas ele não lhe liga nenhuma. Aves diz que está com pressa porque hoje é o primeiro dia de ensaios da novela e pergunta a Fátima se quer ser o seu par romântico. Vuitton fica dececionada, mas não desiste e vai atrás dele.

Jorge (Manuel Melo) vai às compras e comenta que Glória (Catarina Avelar) lhe paga menos pelas compras do que por cusquices. Jorge pergunta a António se já viu o que se passa no largo e começa logo a imaginar as miúdas que a novela vai atrair para a aldeia. António não está interessado, pois só pensa em Fátima e no casamento deles. 

Carlos (Rodrigo Paganelli) vai para sair de casa e fica surpreendido por ver Florinda pronta para sair também. Florinda diz que vai trabalhar, porque Corcovada não lhe paga para estar deitada no sofá. Carlos insiste que a mãe tem de descansar e que Corcovada quer o mesmo. Florinda deixa-se cair no sofá. 

Betinha bate à porta e Bino suspira, pois já sabe que conversa lá vem. Bino ainda pergunta por Paulo, tentando ganhar tempo, mas Elisabete diz que veio falar sobre eles. Bino fica a ganhar coragem. 

Aida dá os parabéns à equipa pela escolha de Aida. Já Tomé perdeu a voz com os nervos provocados pela escolha do ator que faz dele. Aida elogia o trabalho de todos e garante que não podiam ter escolhido melhor. Aida ainda se queixa da escolha do ator que faz de Tomé, mas ninguém faz caso.

 

 

 

 

 


Sobre «Festa é festa»

«Festa é Festa» conta a história de uma aldeia, que este ano prepara a maior e melhor festa da aldeia de sempre. Isto porque é o ano em que a maior benemérita/mecenas (D. Corcovada) dessa mesma aldeia cumpre o seu centenário.

Todos querem fazer um brilharete neste festejo, com vista à herança da idosa, não se poupando a esforços (tal como fazem há mais de vinte anos, mas a idosa não há maneira de se finar...), nomeadamente Albino, o figurão da aldeia, que é, nada mais, nada menos, que o Presidente da Junta. Presidente esse que é também o Presidente da Comissão de Festas. E o Presidente da Casa do Povo. E do Clube de Hóquei em Patins. E coveiro. E tudo, basicamente. Um pavão, que se acha o Marcelo da Aldeia. 

Assim, a festa que, supostamente, seria um motivo de concórdia entre toda a população, vai ser tudo menos isso, começando pela sua organização. Isto porque Tomé (dono do café da aldeia e o “Correio da Manhã” de serviço no que toca a coscuvilhices), o grande rival de Albino desde sempre, vai disputar com ele a presidência da comissão de festas, visto o ano passado competir-lhe a ele, mas a festa não se ter realizado por causa da pandemia. Só que Albino jamais lhe dará essa missão num ano tão simbólico, que pode ser o último de Corcovada. Mas, também, porque cedo recebem na aldeia a notícia de que a TVI vai transmitir a festa em direto. E é aqui que toda a aldeia vai querer dar o seu melhor, defendendo cada um dos intervenientes os seus interesses, mesmo que isso colida de frente com os dos outros. 

Também com vista na herança da idosa, em Lisboa, o neto falido da mesma (um “tio” lisboeta, meio pedante) tem o plano de enviar a sua filha (bisneta da idosa) para a aldeia, no sentido de conquistar e construir uma relação com a idosa, mas com a desculpa da filha ir “curar-se” de um enorme desgosto amoroso que acabou de ter, visto o namorado tê-la trocado pela sua melhor amiga. 

E eis que, quando uma jovem lisboeta, altamente cosmopolita e tecnológica... e queque, cai contrariada naquilo que considera um fim-de-mundo, nomeadamente por não ter shoppings, lifestyle e 4G só de vez em quando... 

Tem tudo para correr mal, não fosse a meio do processo encantar-se por um jovem aldeão, que pouco ou nada conhece fora daquela aldeia. Ou seja, duas pessoas de dois mundos completamente diferentes e antagónicos. Este jovem é filho de Albino, mas a antítese do pai. É um rapaz simplório, acólito, trabalhador, mas com uma falta de jeito (e experiência) gritante com as mulheres. Todavia, irá desde cedo sentir o seu coração a palpitar por Ana Carolina. 

Contudo, a chegada de uma família de emigrantes “filhos da terra”, vai agitar, não só a aldeia, como também o coração destes dois jovens, já que dessa família fazem parte os jovens irmãos gémeos, falsos, Louis e Vuitton, um rapaz e uma rapariga que irão despertar paixões em Ana Carolina e Carlos, respetivamente, criando dois triângulos amorosos tão surpreendentes, como inesperados. 

Inesperados serão também os acontecimentos que se sucederão nesta aldeia, cujos habitantes teimam em fazer de cada dia uma “aventura” diferente, com peripécias e conflitos, que parecem não ter fim. 

De forma humorada, pretende-se com Festa é Festa fazer um retrato do Portugal real, das raízes e cultura do seu povo, ficcionando temas do dia-a-dia da vida das pessoas, num universo tão português, como é a aldeia e o seu evento maior: a festa. 

E é assim, que esta aldeia tão portuguesa verá retratada, de uma forma totalmente abrangente e transversal, todos os temas das sociedades atuais, personalizado em pessoas que “se não existissem, tinham de ser inventadas”. 
Foi o caso...

Elenco: Maria do Céu Guerra, Pedro Teixeira, Ana Guiomar, Pedro Alves, Ana Brito e Cunha, Sílvia Rizzo, Maria Rueff, Manuel Marques, Inês Herédia, Aldo Lima, Carlos M. Cunha e muitos mais.

 

Produção 
Ana Antunes
Realização
António Borges Correia
Nuno Franco 
Rodrigo Duvens Pinto
Pedro Brandão
Cenografia
Catarina Amaro
Produção Musical
António Lopes
Sonoplastia
Luís Mendes
Direção de Produção
Pedro Miranda
Consultoria Geral
José Eduardo Moniz
Direção Artística
Hugo de Sousa
Direção de Conteúdos e Produção
Gabriela Sobral
Direção de Entretenimento e Ficção TVI
João Patrício, Lurdes Guerreiro, André Manso
Diretora de Entretenimento e Ficção TVI
Cristina Ferreira
Diretor Geral TVI
Hugo Andrade
Uma Produção Plural para a TVI
 

Ficha Técnica

Título Original: Tomé indignado com Joaquim Horta
Categoria: Novela nacional
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