EP 412 Ana Carolina e Carlos fazem as pazes?

Episódio 412. 

Qui, 8 set 2022 21:52 TVI

Neste episódio

Peixoto chega ao café com um ar cabisbaixo e queixa-se que é impossível ter paz com Valquíria e Lurdes. Josefa diz-lhe que tem que se livrar daquelas mulheres e que tem gabarito para ter uma pessoa como deve ser ao seu lado. Peixoto gosta dos elogios e fica a pensar no que Josefa lhe diz. Josefa faz-se a Peixoto sem qualquer pudor e Elisabete e Manuela ficam escandalizadas. Manuela não percebe o que Josefa viu em Peixoto e Elisabete explica que ela acha que ele é rico, mas ambas sabem que não é verdade. Ponderam se lhe contam a verdade ou não.

Albino aparece e Quina pergunta-lhe como está. Ele faz-se de vítima e diz que ficou com sequelas para o resto da vida. Quina fica muito aflita e Manel faz um ar intrigado.

Aida já desespera com o drama de Tomé e diz-lhe que o dente não é impeditivo de abrir o café. Se não quer que as pessoas o vejam sem o dente, que fale com cuidado e sem abrir a boca. Aida deixa escapar que o único problema é o assobio e Tomé desespera porque ainda não tinha reparado. 

Carlos quer tentar reatar o namoro com Ana Carolina, mas ela diz-lhe que não há a mínima hipótese, pois já não o reconhece e está cada vez mais parecido com o pai. Carlos não gosta que Ana Carolina fale do seu pai e diz-lhe que se calhar mudou por causa dela.

Manel continua a implicar com Abel e Quina manda-os calar. Todos querem saber com que sequelas é que Albino ficou, mas ele come sem parar e diz que foi ao nível da tripa. Albino lá explica que lhe fizeram uma lavagem à tripa e parece que ficou roto, por isso tem de comer muito para tapar os buracos. Ficam todos desconsertados.

Ana Carolina não quer acabar a relação com Carlos a mal, não quer odiá-lo e Carlos diz-lhe que só depende dela. Ana Carolina não gosta nada desta nova postura de Carlos, mas ainda assim quer fazer as pazes com ele, pois quer recordá-lo com carinho e não com raiva. 

Manuela ficou a substituir Elisabete no café, mas não tem muito jeito para aquilo e troca os pedidos todos.

Josefa continua a insinuar-se a Peixoto e ele, para se escapar, diz que tem de ir ajudar Manuela. Josefa acha que ela se está a sair muito bem e não deixa Peixoto sair dali.

São já está pronta e tenta tirar Fernando da cama, pois precisa de ajuda no atelier. Ele diz que não consegue fazer nada porque está de ressaca. São diz-lhe que devia ter bebido menos e avisa que se daqui a dez minutos não estiver lá em baixo, vem cá acima com um balde de água.

Aves está no sofá com uma grande ressaca. São dá-lhe um café e ele diz que se sente em casa. Fernando aparece e fica muito indignado por ver Aves ali. Fernando pergunta o que ele está ali a fazer e São recorda-o de que agora são os melhores amigos, mas Fernando não se lembra de nada e não o quer ali.

Celeste está muito desgostosa com o que se passou entre o Padre e Lucas, pois são duas pessoas de quem ela gosta muito e agora incompatibilizaram-se daquela maneira. Glória aconselha-a a tomar um partido, mas Celeste afirma que não consegue e que tem o coração partido.

Aves não percebe a reação de Fernando, pois ontem estavam muito amigos. Fernando não se lembra de nada e não o quer ali em casa. Vuitton não gosta da postura do pai e garante que se Aves não pode estar ali em casa, então ela também não fica ali e vai morar para casa de Aves. Fernando engole em seco.


Sobre «Festa é festa»

«Festa é Festa» conta a história de uma aldeia, que este ano prepara a maior e melhor festa da aldeia de sempre. Isto porque é o ano em que a maior benemérita/mecenas (D. Corcovada) dessa mesma aldeia cumpre o seu centenário.

Todos querem fazer um brilharete neste festejo, com vista à herança da idosa, não se poupando a esforços (tal como fazem há mais de vinte anos, mas a idosa não há maneira de se finar...), nomeadamente Albino, o figurão da aldeia, que é, nada mais, nada menos, que o Presidente da Junta. Presidente esse que é também o Presidente da Comissão de Festas. E o Presidente da Casa do Povo. E do Clube de Hóquei em Patins. E coveiro. E tudo, basicamente. Um pavão, que se acha o Marcelo da Aldeia. 

Assim, a festa que, supostamente, seria um motivo de concórdia entre toda a população, vai ser tudo menos isso, começando pela sua organização. Isto porque Tomé (dono do café da aldeia e o “Correio da Manhã” de serviço no que toca a coscuvilhices), o grande rival de Albino desde sempre, vai disputar com ele a presidência da comissão de festas, visto o ano passado competir-lhe a ele, mas a festa não se ter realizado por causa da pandemia. Só que Albino jamais lhe dará essa missão num ano tão simbólico, que pode ser o último de Corcovada. Mas, também, porque cedo recebem na aldeia a notícia de que a TVI vai transmitir a festa em direto. E é aqui que toda a aldeia vai querer dar o seu melhor, defendendo cada um dos intervenientes os seus interesses, mesmo que isso colida de frente com os dos outros. 

Também com vista na herança da idosa, em Lisboa, o neto falido da mesma (um “tio” lisboeta, meio pedante) tem o plano de enviar a sua filha (bisneta da idosa) para a aldeia, no sentido de conquistar e construir uma relação com a idosa, mas com a desculpa da filha ir “curar-se” de um enorme desgosto amoroso que acabou de ter, visto o namorado tê-la trocado pela sua melhor amiga. 

E eis que, quando uma jovem lisboeta, altamente cosmopolita e tecnológica... e queque, cai contrariada naquilo que considera um fim-de-mundo, nomeadamente por não ter shoppings, lifestyle e 4G só de vez em quando... 

Tem tudo para correr mal, não fosse a meio do processo encantar-se por um jovem aldeão, que pouco ou nada conhece fora daquela aldeia. Ou seja, duas pessoas de dois mundos completamente diferentes e antagónicos. Este jovem é filho de Albino, mas a antítese do pai. É um rapaz simplório, acólito, trabalhador, mas com uma falta de jeito (e experiência) gritante com as mulheres. Todavia, irá desde cedo sentir o seu coração a palpitar por Ana Carolina. 

Contudo, a chegada de uma família de emigrantes “filhos da terra”, vai agitar, não só a aldeia, como também o coração destes dois jovens, já que dessa família fazem parte os jovens irmãos gémeos, falsos, Louis e Vuitton, um rapaz e uma rapariga que irão despertar paixões em Ana Carolina e Carlos, respetivamente, criando dois triângulos amorosos tão surpreendentes, como inesperados. 

Inesperados serão também os acontecimentos que se sucederão nesta aldeia, cujos habitantes teimam em fazer de cada dia uma “aventura” diferente, com peripécias e conflitos, que parecem não ter fim. 

De forma humorada, pretende-se com Festa é Festa fazer um retrato do Portugal real, das raízes e cultura do seu povo, ficcionando temas do dia-a-dia da vida das pessoas, num universo tão português, como é a aldeia e o seu evento maior: a festa. 

E é assim, que esta aldeia tão portuguesa verá retratada, de uma forma totalmente abrangente e transversal, todos os temas das sociedades atuais, personalizado em pessoas que “se não existissem, tinham de ser inventadas”. 
Foi o caso...

Elenco: Maria do Céu Guerra, Pedro Teixeira, Ana Guiomar, Pedro Alves, Ana Brito e Cunha, Sílvia Rizzo, Maria Rueff, Manuel Marques, Inês Herédia, Aldo Lima, Carlos M. Cunha e muitos mais.

 

Produção 
Ana Antunes
Realização
António Borges Correia
Nuno Franco 
Rodrigo Duvens Pinto
Pedro Brandão
Cenografia
Catarina Amaro
Produção Musical
António Lopes
Sonoplastia
Luís Mendes
Direção de Produção
Pedro Miranda
Consultoria Geral
José Eduardo Moniz
Direção Artística
Hugo de Sousa
Direção de Conteúdos e Produção
Gabriela Sobral
Direção de Entretenimento e Ficção TVI
João Patrício, Lurdes Guerreiro, André Manso
Diretora de Entretenimento e Ficção TVI
Cristina Ferreira
Diretor Geral TVI
Hugo Andrade
Uma Produção Plural para a TVI
 

Ficha Técnica

Título Original: Ana Carolina e Carlos fazem as pazes?
Categoria: Novela nacional
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