EP 414 Chegou o dia mais aguardado do ano!

Episódio 414.

Sáb, 10 set 2022 21:39 TVI

Neste episódio

Glória e Celeste ajudam o Padre a ultimar os preparativos para a festa, mas estão estranhamente caladas. Percebemos depois que o Padre as obrigou a fazer um voto de silêncio e que não podem falar dentro da sacristia.

Albino está encantado por ter Florinda ali em casa logo pela manhã e por ela ter feito um bolo. Albino quer guardar aquele momento para sempre e diz que está na altura de Florinda voltar para casa.

Paulo aparece e Quina estranha que ele não tenha trazido a bicicleta. Paulo revela que ela está a fazer uma manutenção e Quina quer saber o que ele veio ali fazer afinal.

Albino insiste para que Florinda volte para casa, mas ela diz que isso não vai acontecer, pois acha que estão melhor assim. Albino acha aquilo tudo demasiado moderno e não concorda nada que assim seja, mas se é o que Florinda quer, ele vai respeitar. Florinda sorri e abraça-o.

Fátima serve um café a António e volta a lamentar-se por ter de trabalhar, mas também sabe que mais logo vai aproveitar a festa. Manuela e o Sôtor vêm beber café e revelam que também têm de trabalhar de manhã, mas já só pensam em aproveitar a festa mais logo.

Quina insiste em saber o que Paulo veio ali fazer e ele confessa que acordou com muita vontade de comer o bolo dela. Quina estranha, pois Paulo tinha dito que não tinha apetite, mas ele justifica que não tinha fome para outras coisas, apenas para comer o seu bolo. 

Tomé e Fernando estão vestidos de sertanejos, felizes e ansiosos por irem cantar na festa. Vai ser o realizar de um sonho e começam a imaginar como será o futuro. Fernando lembra-se que ninguém os convidou para atuar e Tomé ainda não se tinha lembrado disso. 

Já estão todos prontos para a festa e Corcovada está mais entusiasmada do que nunca. Manel e Abel estão nas suas habituais picardias. Corcovada volta a dizer que este ano a festa vai ser ainda melhor do que no ano passado. 

Aida e Tomé vêm a discutir. Ele está indignado por não o terem deixado cantar muito tempo e acusa os responsáveis de serem invejosos. Fátima e Aida tentam dizer-lhe que ele canta muito mal, mas Tomé não acredita nisso.

Corcovada chega a casa com Manel e Abel e diz que lhe doem os pés de tanto dançar. Eles disponibilizam-se para a ajudar a descalçar-se e oferecem-se para fazer uma massagem. Mais uma vez têm de disputar por Corcovada e ela só se ri.

Carlos está envolvido com uma miúda que conquistou na festa. Ela está desconfortável por estarem ali na Junta, mas ele garante que não há problema e avança com mais beijos e amassos.

Manuela e o Sôtor foram ao consultório procurar o casaco de Manuela, mas não o encontram. Acabam por esbarrar um no outro e desatam aos beijos.

Quina já não tem dúvidas de que Corcovada gosta de picar Abel e Manel e ver o circo a pegar fogo. Corcovada afirma que lhes faz bem sentirem o sangue a fervilhar nas veias, que isso os faz sentir vivos, mas assume que também a faz sentir bem a ela.

O ambiente está aparentemente mais calmo, mas nisto entram São e Fernando e todos percebem que as coisas podem descambar novamente. Fernando vem a cantar e Tomé junta-se logo a ele. Albino queixa-se do barulho. Aida e São começam a discutir sobre qual dos maridos canta melhor.

Manuela e o Sôtor continuam ao beijos e amassos e ela pergunta-lhe se já não quer ir ao café. O Sôtor diz que preferia levá-la para casa e passar a noite com ela, mas Manuela fica desconfortável e assume que ainda não está preparada para isso. O Sôtor faz-lhe uma festinha e respeita a vontade dela.

Elisabete entra na Junta com Ana Carolina para lhe emprestar um carregador e nisto encontram Carlos aos amassos com a miúda. Ana Carolina fica sem reação e Elisabete fica sem saber o que dizer.

Peixoto está a tentar relaxar no sofá, mas é missão impossível quando se vive na mesma casa que Valquíria e Lurdes. Elas começam a discutir e ele não aguenta mais e sai porta fora. Elas olham-se irritadas e surpreendidas com a atitude dele.

Carlos continua aos beijos com a miúda e nem se apercebe da presença de Elisabete e Ana Carolina. Quando finalmente as vê, Carlos fica muito atrapalhado, larga a miúda e vai atrás de Ana Carolina.

Estão todos a discutir uns com os outros. Fátima não aguenta mais, senta-se numa cadeira e pede para trocarem as pessoas da Bela Vida por umas novas. Nisto vê um casal desconhecido à porta do café e acha que o seu pedido foi atendido. Ficam todos a olhar para o novo casal da aldeia.

Abel e Manel vêm da cozinha cada um com uma caipirinha na mão e vêm ao despique sobre quem terá preparado a melhor caipirinha. Corcovada diverte-se com aquilo e agradece terem feito duas caipirinhas. Faz um brinde consigo própria e vai bebendo dos dois copos.

Albino e Tomé estufam o peito e vão falar com o novo casal para mostrarem que são pessoas importantes na aldeia. Apresentam-se e perguntam-lhes se vieram para a festa. Eles dizem que não vieram para a festa, nem estão de passagem. Revelam que são os donos da Bela Vida e ficam todos de queixo caído.


Sobre «Festa é festa»

«Festa é Festa» conta a história de uma aldeia, que este ano prepara a maior e melhor festa da aldeia de sempre. Isto porque é o ano em que a maior benemérita/mecenas (D. Corcovada) dessa mesma aldeia cumpre o seu centenário.

Todos querem fazer um brilharete neste festejo, com vista à herança da idosa, não se poupando a esforços (tal como fazem há mais de vinte anos, mas a idosa não há maneira de se finar...), nomeadamente Albino, o figurão da aldeia, que é, nada mais, nada menos, que o Presidente da Junta. Presidente esse que é também o Presidente da Comissão de Festas. E o Presidente da Casa do Povo. E do Clube de Hóquei em Patins. E coveiro. E tudo, basicamente. Um pavão, que se acha o Marcelo da Aldeia. 

Assim, a festa que, supostamente, seria um motivo de concórdia entre toda a população, vai ser tudo menos isso, começando pela sua organização. Isto porque Tomé (dono do café da aldeia e o “Correio da Manhã” de serviço no que toca a coscuvilhices), o grande rival de Albino desde sempre, vai disputar com ele a presidência da comissão de festas, visto o ano passado competir-lhe a ele, mas a festa não se ter realizado por causa da pandemia. Só que Albino jamais lhe dará essa missão num ano tão simbólico, que pode ser o último de Corcovada. Mas, também, porque cedo recebem na aldeia a notícia de que a TVI vai transmitir a festa em direto. E é aqui que toda a aldeia vai querer dar o seu melhor, defendendo cada um dos intervenientes os seus interesses, mesmo que isso colida de frente com os dos outros. 

Também com vista na herança da idosa, em Lisboa, o neto falido da mesma (um “tio” lisboeta, meio pedante) tem o plano de enviar a sua filha (bisneta da idosa) para a aldeia, no sentido de conquistar e construir uma relação com a idosa, mas com a desculpa da filha ir “curar-se” de um enorme desgosto amoroso que acabou de ter, visto o namorado tê-la trocado pela sua melhor amiga. 

E eis que, quando uma jovem lisboeta, altamente cosmopolita e tecnológica... e queque, cai contrariada naquilo que considera um fim-de-mundo, nomeadamente por não ter shoppings, lifestyle e 4G só de vez em quando... 

Tem tudo para correr mal, não fosse a meio do processo encantar-se por um jovem aldeão, que pouco ou nada conhece fora daquela aldeia. Ou seja, duas pessoas de dois mundos completamente diferentes e antagónicos. Este jovem é filho de Albino, mas a antítese do pai. É um rapaz simplório, acólito, trabalhador, mas com uma falta de jeito (e experiência) gritante com as mulheres. Todavia, irá desde cedo sentir o seu coração a palpitar por Ana Carolina. 

Contudo, a chegada de uma família de emigrantes “filhos da terra”, vai agitar, não só a aldeia, como também o coração destes dois jovens, já que dessa família fazem parte os jovens irmãos gémeos, falsos, Louis e Vuitton, um rapaz e uma rapariga que irão despertar paixões em Ana Carolina e Carlos, respetivamente, criando dois triângulos amorosos tão surpreendentes, como inesperados. 

Inesperados serão também os acontecimentos que se sucederão nesta aldeia, cujos habitantes teimam em fazer de cada dia uma “aventura” diferente, com peripécias e conflitos, que parecem não ter fim. 

De forma humorada, pretende-se com Festa é Festa fazer um retrato do Portugal real, das raízes e cultura do seu povo, ficcionando temas do dia-a-dia da vida das pessoas, num universo tão português, como é a aldeia e o seu evento maior: a festa. 

E é assim, que esta aldeia tão portuguesa verá retratada, de uma forma totalmente abrangente e transversal, todos os temas das sociedades atuais, personalizado em pessoas que “se não existissem, tinham de ser inventadas”. 
Foi o caso...

Elenco: Maria do Céu Guerra, Pedro Teixeira, Ana Guiomar, Pedro Alves, Ana Brito e Cunha, Sílvia Rizzo, Maria Rueff, Manuel Marques, Inês Herédia, Aldo Lima, Carlos M. Cunha e muitos mais.

 

Produção 
Ana Antunes
Realização
António Borges Correia
Nuno Franco 
Rodrigo Duvens Pinto
Pedro Brandão
Cenografia
Catarina Amaro
Produção Musical
António Lopes
Sonoplastia
Luís Mendes
Direção de Produção
Pedro Miranda
Consultoria Geral
José Eduardo Moniz
Direção Artística
Hugo de Sousa
Direção de Conteúdos e Produção
Gabriela Sobral
Direção de Entretenimento e Ficção TVI
João Patrício, Lurdes Guerreiro, André Manso
Diretora de Entretenimento e Ficção TVI
Cristina Ferreira
Diretor Geral TVI
Hugo Andrade
Uma Produção Plural para a TVI
 

Ficha Técnica

Título Original: Chegou o dia mais aguardado do ano!
Categoria: Novela nacional
Favoritos

Partilhar

Relacionados

Últimos Episódios

Populares