EP 380 Peixoto desabafa com Padre sobre as «suas» duas mulheres

Em «Festa É Festa», Peixoto já contou os seus problemas ao Padre (Carlos M. Cunha) e revela que tem optado por sair de casa, para fugir de Lurdes e Valquíria. O Padre acha que ele fez bem, pois evitar o conflito é sinal de sabedoria, mas aconselha-o a não arranjar mais problemas, ou seja, mais mulheres. Nisto surge Josefa, que cumprimenta Peixoto de forma lânguida.
Ter, 2 ago 2022 21:55 TVI

Neste episódio

O Sôtor encontra Manuela sentada no chão, a queixar-se do dia difícil que teve e por ter de ir para casa estudar. O Sôtor diz-lhe que é mesmo assim e que também já passou por isso. Manuela acha que não vai ser capaz, mas o Sôtor incentiva-a a esforçar-se mais e não desistir. Corcovada pergunta a Albino porque é que Quina saiu da sala a chorar. Albino disfarça e diz que ela gostava muito da tia Milinha. Paulo revela que afinal não herdaram nada de jeito e Albino manda vir com ele. Ficam todos confusos com o que eles terão herdado. Paulo e Albino pegam-se por causa do galo de Barcelos e Corcovada e Florinda ficam apreensivas. Peixoto diz ao Padre que precisa de conversar um bocadinho com ele. Peixoto assume que quanto mais mulheres conhece, menos as percebe. O Padre afirma que as mulheres são o maior mistério da vida. Peixoto revela que está a ser muito difícil morar com Lurdes e Valquíria e o Padre percebe que ele precisa de desabafar. Aida e Tomé estão a jantar, mas não está fácil engolir que Albino vai passar a ser muito rico. Tomé começa a imaginar as extravagâncias que Albino vai fazer e fica muito irritado. Tomé tenta perceber em que classe ele e Aida estão e acaba por estabelecer que pertencem à classe média-alta, para não serem assim tão diferentes de Albino. O Sôtor confronta Manuela e pergunta-lhe como se quer comportar daqui para a frente. Manuela desata a chorar e diz que não consegue ser de outra forma. O Sôtor abraça-a e diz-lhe que consegue tudo o que quiser. O Sôtor incentiva-a a comportar-se de outra forma, para poder ser mais livre e feliz. Peixoto já contou os seus problemas ao Padre e revela que tem optado por sair de casa, para fugir de Lurdes e Valquíria. O Padre acha que ele fez bem, pois evitar o conflito é sinal de sabedoria, mas aconselha-o a não arranjar mais problemas, ou seja, mais mulheres. Nisto surge Josefa, que cumprimenta Peixoto de forma lânguida. A conversa de Aida e Tomé já está a dar para o torto porque Aida já chamou Josefa para a conversa e Tomé não gostou. Aida lembra que se não fosse Josefa, eles podiam ser muito mais ricos do que são e agora não iam ficar cheios de inveja de Albino e podiam cometer as mesmas extravagâncias que ele vai cometer. Aida continua a chamar nomes a Josefa, até que, surpreendentemente, Tomé bate com a mão na mesa e diz que chega de discussões, pois tem coisas mais importantes com que se preocupar e tem de poupar a voz para outros voos. Aida começa a não gostar da conversa e fica sem reação quando Tomé revela que vai formar uma dupla sertaneja com Fernando. Quina não está com a energia que a caracteriza e assim que vê Corcovada, desabafa sobre como ficou animada com a possibilidade de receber uma herança e como ficou desmoralizada ao perceber que já não vai poder cumprir os planos que idealizou. Corcovada diz-lhe que há de ter direito à reforma, mas Quina não tem tanta certeza disso.


Sobre «Festa é festa»

«Festa é Festa» conta a história de uma aldeia, que este ano prepara a maior e melhor festa da aldeia de sempre. Isto porque é o ano em que a maior benemérita/mecenas (D. Corcovada) dessa mesma aldeia cumpre o seu centenário.

Todos querem fazer um brilharete neste festejo, com vista à herança da idosa, não se poupando a esforços (tal como fazem há mais de vinte anos, mas a idosa não há maneira de se finar...), nomeadamente Albino, o figurão da aldeia, que é, nada mais, nada menos, que o Presidente da Junta. Presidente esse que é também o Presidente da Comissão de Festas. E o Presidente da Casa do Povo. E do Clube de Hóquei em Patins. E coveiro. E tudo, basicamente. Um pavão, que se acha o Marcelo da Aldeia. 

Assim, a festa que, supostamente, seria um motivo de concórdia entre toda a população, vai ser tudo menos isso, começando pela sua organização. Isto porque Tomé (dono do café da aldeia e o “Correio da Manhã” de serviço no que toca a coscuvilhices), o grande rival de Albino desde sempre, vai disputar com ele a presidência da comissão de festas, visto o ano passado competir-lhe a ele, mas a festa não se ter realizado por causa da pandemia. Só que Albino jamais lhe dará essa missão num ano tão simbólico, que pode ser o último de Corcovada. Mas, também, porque cedo recebem na aldeia a notícia de que a TVI vai transmitir a festa em direto. E é aqui que toda a aldeia vai querer dar o seu melhor, defendendo cada um dos intervenientes os seus interesses, mesmo que isso colida de frente com os dos outros. 

Também com vista na herança da idosa, em Lisboa, o neto falido da mesma (um “tio” lisboeta, meio pedante) tem o plano de enviar a sua filha (bisneta da idosa) para a aldeia, no sentido de conquistar e construir uma relação com a idosa, mas com a desculpa da filha ir “curar-se” de um enorme desgosto amoroso que acabou de ter, visto o namorado tê-la trocado pela sua melhor amiga. 

E eis que, quando uma jovem lisboeta, altamente cosmopolita e tecnológica... e queque, cai contrariada naquilo que considera um fim-de-mundo, nomeadamente por não ter shoppings, lifestyle e 4G só de vez em quando... 

Tem tudo para correr mal, não fosse a meio do processo encantar-se por um jovem aldeão, que pouco ou nada conhece fora daquela aldeia. Ou seja, duas pessoas de dois mundos completamente diferentes e antagónicos. Este jovem é filho de Albino, mas a antítese do pai. É um rapaz simplório, acólito, trabalhador, mas com uma falta de jeito (e experiência) gritante com as mulheres. Todavia, irá desde cedo sentir o seu coração a palpitar por Ana Carolina. 

Contudo, a chegada de uma família de emigrantes “filhos da terra”, vai agitar, não só a aldeia, como também o coração destes dois jovens, já que dessa família fazem parte os jovens irmãos gémeos, falsos, Louis e Vuitton, um rapaz e uma rapariga que irão despertar paixões em Ana Carolina e Carlos, respetivamente, criando dois triângulos amorosos tão surpreendentes, como inesperados. 

Inesperados serão também os acontecimentos que se sucederão nesta aldeia, cujos habitantes teimam em fazer de cada dia uma “aventura” diferente, com peripécias e conflitos, que parecem não ter fim. 

De forma humorada, pretende-se com Festa é Festa fazer um retrato do Portugal real, das raízes e cultura do seu povo, ficcionando temas do dia-a-dia da vida das pessoas, num universo tão português, como é a aldeia e o seu evento maior: a festa. 

E é assim, que esta aldeia tão portuguesa verá retratada, de uma forma totalmente abrangente e transversal, todos os temas das sociedades atuais, personalizado em pessoas que “se não existissem, tinham de ser inventadas”. 
Foi o caso...

Elenco: Maria do Céu Guerra, Pedro Teixeira, Ana Guiomar, Pedro Alves, Ana Brito e Cunha, Sílvia Rizzo, Maria Rueff, Manuel Marques, Inês Herédia, Aldo Lima, Carlos M. Cunha e muitos mais.

 

Produção 
Ana Antunes
Realização
António Borges Correia
Nuno Franco 
Rodrigo Duvens Pinto
Pedro Brandão
Cenografia
Catarina Amaro
Produção Musical
António Lopes
Sonoplastia
Luís Mendes
Direção de Produção
Pedro Miranda
Consultoria Geral
José Eduardo Moniz
Direção Artística
Hugo de Sousa
Direção de Conteúdos e Produção
Gabriela Sobral
Direção de Entretenimento e Ficção TVI
João Patrício, Lurdes Guerreiro, André Manso
Diretora de Entretenimento e Ficção TVI
Cristina Ferreira
Diretor Geral TVI
Hugo Andrade
Uma Produção Plural para a TVI
 

Ficha Técnica

Título Original: Peixoto desabafa com Padre sobre as «suas» duas mulheres
Categoria: Novela nacional
Favoritos

Partilhar

Últimos Episódios

Populares