Em análise aos acontecimentos na Síria, Cristina Reyna observa um conjunto de situações "extremamente complexas e graves", manifestando-se "espantada" com o facto de não serem analisadas mais aprofundadamente "por responsáveis como António Guterres".
"Podem ter moderado e articulado o seu discurso para ser melhor aceite na comunidade internacional, mas a sua origem jihadista, o seu propósito de um califado, o seu propósito que se cruza com as intenções implementadas no Afeganistão, não se alteram", afirma a especialista em relações internacionais, referindo-se aos rebeldes que destronaram o regime de Assad.