EP 108 Betinha beija Paulo à frente de Bino

Episódio 108.

Sáb, 18 set 2021 21:55 TVI

Neste episódio

Em «Festa é Festa», Betinha (Ana Marta Contente) já está mais calma e pede desculpa pela forma como falou com os pais. Aida (Ana Guiomar) diz que já percebeu o dilema de Tomé (Pedro Teixeira), pois será uma humilhação quando se descobrir que António (Luís Simões) tem muito talento e que sempre esteve ali à mão de semear, sem que Tomé nunca tivesse reparado e que tenha sido o carteiro, cegueta, a avisá-lo.

Jorge (Manuel Melo) está a sair de casa e cruza-se com Florinda (Ana Brito e Cunha) que vinha a chegar. Florinda conta a Fernando (Manuel Marques) que Jorge a viu, mas ele diz que não há problema, pois Jorge não vai comentar com ninguém. Florinda (Ana Brito e Cunha) está ansiosa para saber o que Fernando (Manuel Marques) quer falar com ela e ele pede-lhe para se sentar.  

Paulo (Hélder Ágapito) entra na Junta com uma caixa de chocolates e fica ali à espera. Bino (Pedro Alves) diz que pode receber a encomenda, uma vez que Betinha (Ana Marta Contene) não está, mas Paulo insiste em esperar por ela. Bino fica irritado. Betinha entra no momento em que Bino (Pedro Alves) tenta tirar a caixa de chocolates da mão de Paulo (Hélder Ágapito) e pergunta o que se passa. Bino responde-lhe com maus modos e Paulo não gosta. Betinha fica encantada por Paulo a estar a defender e beija-o. Paulo fica aparvalhado e Bino muito irritado. Bino expulsa Paulo.

Florinda (Ana Brito e Cunha) estranha que Fernando (Manuel Marques) queira saber como foi o crescimento da carreira política de Bino (Pedro Alves), mas lá lhe conta. Fernando quer ainda saber como ela reagiu a isso e Florinda não tem dúvidas de que aquilo traz água no bico.

Aves (Hugo Sousa) chega e Bino (Pedro Alves) ignora Betinha (Ana Marta Contente). Esta quer continuar a conversa, mas Bino diz-lhe para falar com Paulo. Elisabete fica furiosa.  

Jorge (Manuel Melo) ainda está atordoado com a performance de António (Luís Simões) e conta a Fátima (Marta Andrino) o que viu. Ela acha que Jorge está a gozar e não acredita, pois António sempre disse que só tinha jeito para jogar futebol. Jorge insiste que não foi nada disso que viu e que ele deve saber patinar desde que nasceu.

Aida (Ana Guiomar) e Tomé (Pedro Teixeira) entram muito sérios na mercearia, mas António (Luís Simões) está distraído e nem dá por eles. Aida dá um berro e ele assusta-se. Aida diz que precisam de ter uma conversinha muito séria os três e ele estranha. António esconde qualquer coisa que tinha na mão, mas Aida e Tomé não se apercebem e continuam de olhos postos nele. António está assustado e pergunta o que fez.

Aida (Ana Guiomar) e Tomé (Pedro Teixeira) dizem que ele sabe muito bem e que foi mais o que deixou por fazer e que ficou caladinho que nem um rato. António (Luís Simões) não percebe do que eles estão a falar. Aida e Tomé afirmam que sabem que António guarda um segredo e incentivam-no a revelá-lo. António fica confuso, mas decide fazer o que eles dizem e revela que usa creme depilatório. Aida e Tomé ficam petrificados.


Sobre «Festa é festa»

«Festa é Festa» conta a história de uma aldeia, que este ano prepara a maior e melhor festa da aldeia de sempre. Isto porque é o ano em que a maior benemérita/mecenas (D. Corcovada) dessa mesma aldeia cumpre o seu centenário.

Todos querem fazer um brilharete neste festejo, com vista à herança da idosa, não se poupando a esforços (tal como fazem há mais de vinte anos, mas a idosa não há maneira de se finar...), nomeadamente Albino, o figurão da aldeia, que é, nada mais, nada menos, que o Presidente da Junta. Presidente esse que é também o Presidente da Comissão de Festas. E o Presidente da Casa do Povo. E do Clube de Hóquei em Patins. E coveiro. E tudo, basicamente. Um pavão, que se acha o Marcelo da Aldeia. 

Assim, a festa que, supostamente, seria um motivo de concórdia entre toda a população, vai ser tudo menos isso, começando pela sua organização. Isto porque Tomé (dono do café da aldeia e o “Correio da Manhã” de serviço no que toca a coscuvilhices), o grande rival de Albino desde sempre, vai disputar com ele a presidência da comissão de festas, visto o ano passado competir-lhe a ele, mas a festa não se ter realizado por causa da pandemia. Só que Albino jamais lhe dará essa missão num ano tão simbólico, que pode ser o último de Corcovada. Mas, também, porque cedo recebem na aldeia a notícia de que a TVI vai transmitir a festa em direto. E é aqui que toda a aldeia vai querer dar o seu melhor, defendendo cada um dos intervenientes os seus interesses, mesmo que isso colida de frente com os dos outros. 

Também com vista na herança da idosa, em Lisboa, o neto falido da mesma (um “tio” lisboeta, meio pedante) tem o plano de enviar a sua filha (bisneta da idosa) para a aldeia, no sentido de conquistar e construir uma relação com a idosa, mas com a desculpa da filha ir “curar-se” de um enorme desgosto amoroso que acabou de ter, visto o namorado tê-la trocado pela sua melhor amiga. 

E eis que, quando uma jovem lisboeta, altamente cosmopolita e tecnológica... e queque, cai contrariada naquilo que considera um fim-de-mundo, nomeadamente por não ter shoppings, lifestyle e 4G só de vez em quando... 

Tem tudo para correr mal, não fosse a meio do processo encantar-se por um jovem aldeão, que pouco ou nada conhece fora daquela aldeia. Ou seja, duas pessoas de dois mundos completamente diferentes e antagónicos. Este jovem é filho de Albino, mas a antítese do pai. É um rapaz simplório, acólito, trabalhador, mas com uma falta de jeito (e experiência) gritante com as mulheres. Todavia, irá desde cedo sentir o seu coração a palpitar por Ana Carolina. 

Contudo, a chegada de uma família de emigrantes “filhos da terra”, vai agitar, não só a aldeia, como também o coração destes dois jovens, já que dessa família fazem parte os jovens irmãos gémeos, falsos, Louis e Vuitton, um rapaz e uma rapariga que irão despertar paixões em Ana Carolina e Carlos, respetivamente, criando dois triângulos amorosos tão surpreendentes, como inesperados. 

Inesperados serão também os acontecimentos que se sucederão nesta aldeia, cujos habitantes teimam em fazer de cada dia uma “aventura” diferente, com peripécias e conflitos, que parecem não ter fim. 

De forma humorada, pretende-se com Festa é Festa fazer um retrato do Portugal real, das raízes e cultura do seu povo, ficcionando temas do dia-a-dia da vida das pessoas, num universo tão português, como é a aldeia e o seu evento maior: a festa. 

E é assim, que esta aldeia tão portuguesa verá retratada, de uma forma totalmente abrangente e transversal, todos os temas das sociedades atuais, personalizado em pessoas que “se não existissem, tinham de ser inventadas”. 
Foi o caso...

Elenco: Maria do Céu Guerra, Pedro Teixeira, Ana Guiomar, Pedro Alves, Ana Brito e Cunha, Sílvia Rizzo, Maria Rueff, Manuel Marques, Inês Herédia, Aldo Lima, Carlos M. Cunha e muitos mais.

 

Produção 
Ana Antunes
Realização
António Borges Correia
Nuno Franco 
Rodrigo Duvens Pinto
Pedro Brandão
Cenografia
Catarina Amaro
Produção Musical
António Lopes
Sonoplastia
Luís Mendes
Direção de Produção
Pedro Miranda
Consultoria Geral
José Eduardo Moniz
Direção Artística
Hugo de Sousa
Direção de Conteúdos e Produção
Gabriela Sobral
Direção de Entretenimento e Ficção TVI
João Patrício, Lurdes Guerreiro, André Manso
Diretora de Entretenimento e Ficção TVI
Cristina Ferreira
Diretor Geral TVI
Hugo Andrade
Uma Produção Plural para a TVI
 

Ficha Técnica

Título Original: Betinha beija Paulo à frente de Bino
Categoria: Novela nacional
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