Abel continua a desabafar, mas Florinda não percebe porque é que ele está tão indignado com aquele assunto, pois há muito tempo que dava para perceber que Manel é apaixonado por Corcovada. Carlos também não vê que mal tem eles ficarem juntos, mas Abel acha inadmissível.
António, aflito, tenta justificar-se e diz que aquilo não é o que parece. Glória e Josefa atiram lenha para a fogueira e dizem que os sonsinhos são os piores. Fátima recusa-se a ouvir as explicações de António e vai embora furiosa.
Josefa e Glória dizem que aquilo não é só culpa de António e Lenita faz má cara por ainda ir sobrar para ela. Josefa e Glória continuam muito inflamadas e o Padre está a perder a paciência. Elas acusam o Padre de não fazer nada contra aquele antro de perdição que está a destruir casamentos e contam que Fátima apanhou António lá, rodeado de raposinhas e a enfrascar-se. Elas exigem que o Padre faça alguma coisa e ele reza para ter paciência.
Fátima está doida com António e ele tenta defender-se. Aida e Tomé observam-nos e percebem que não é um simples arrufo. Aida e Tomé ponderam se se intrometem na discussão deles, mas quando ouvem falar de divórcio, não pensam duas vezes. Tomé fala com António e Aida com Fátima, que está decidida a pedir o divórcio.
Jorge está de olhos postos na porta, mas nem reage à entrada de Manuela. Ela conta-lhe as peripécias do seu dia, mas percebe que Jorge não a está a ouvir. Jorge confessa que está à espera de António e que já está a ficar aflito porque ele foi fazer-lhe um recado e nunca mais volta.
Aida fala com Fátima e Tomé fala com o inconsolável António, que acha que desgraçou a sua vida. Tomé repara no cheiro a álcool de António e repreende-o por ter andado a beber durante o dia. António insiste que não fez nada de mal, mas Tomé não concorda, pois, andar a beber durante o dia não é normal e quer saber o que lhe deu para fazer isso.