EP 49 Aldeia da Bela Vida com mais emoção que nunca!

Em «Festa é Festa», Corcovada e Florinda chegam com o bolo de aniversário de Ana Carolina e todos se juntam para lhe cantar os parabéns. A filha de João Maria (Ricardo Trêpa) Carolina emociona-se ao ver o sorriso da avó e ao sentir o calor humano à sua volta.

Qua, 30 jun 2021 21:55 TVI

Neste episódio

Ana Carolina (Beatriz Barosa) escolhe uma roupa para emprestar a Filipa (Francisca Cerqueira Gomes). Esta está convencida que Vuitton (Beatriz Costa) lhe entornou a bebida para cima de propósito e diz que tem ar de psicopata.

Ana Carolina (Beatriz Barosa) fica surpreendida por ter sido Carlos (Rodrigo Paganelli) a convidar as suas amigas. Filipa (Francisca Cerqueira Gomes) brinca com Ana Carolina por já ser a rainha da aldeia. Carlos tem o telemóvel ligado ao sistema de som e é ele que vai garantido a música, enquanto Matateu (Eduardo Madeira) tenta ligar os cabos do sistema de som. Bino (Pedro Alves) já percebeu que Matateu não percebe nada daquilo e expulsa-o da festa. Florinda está envergonhada com a confusão que Albino arranjou.

Ana Carolina (Beatriz Barosa) agradece a todos pela surpresa e explica porque motivo não gosta muito de festejar o seu aniversário. Todos a compreendem e mostram-se empáticos. Ana Carolina confessa estar muito feliz com as pessoas que tem conhecido e pondera passar a festejar o aniversário. Ana Carolina brinda com todos.

Bino (Pedro Alves) incentiva aplausos sempre que Corcovada (Maria do Céu Guerra) fala, na tentativa de lhe dar graxa.

Todos olham pasmados para o centro da sala onde Louis (Valdemar Brito) e São (Sílvia Rizzo) dançam magistralmente. Filipa (Francisca Cerqueira Gomes) fica admirada com o talento do rapaz e tenta saber mais ie pergunta quem é ele. 

Corcovada (Maria do Céu Guerra) liga a Manel (Vítor Norte) para saber onde está, pois nunca mais o viu e acaba por ralhar devido ao facto de ele se ter ido embora sem lhe dizer nada. Manel finge não estar a ouvir bem e acaba por desligar a chamada.

Louis conduz Ana Carolina (Beatriz Barosa) de forma envolvente e sensual, o que a deixa impressionada. Fernando (Manuel Marques) fica orgulhoso do filho e puxa São para dançar.

Carlos (Rodrigo Paganelli) não consegue esconder o desagrado com a dança de Louis e Ana Carolina. Filipa, por sua vez, vai ter com Carlos e Ana Carolina fica com ciúmes.

Entretanto, Elisabete (Ana Marta Contente) puxa Albino (Pedro Alves) para dançar e ele fica muito constrangido. Carlos questiona o pai por estar a dançar com a filha de Tomé (Pedro Teixeira) e ele fica todo atrapalhado. Bino diz que foi Elisabete que o convidou para dançar e que não tem mal nenhum, pois era uma forma de a compensar, já que ganha tão pouco na Junta. Carlos só pede ao pai para não o envergonhar.

Florinda (Ana Brito e Cunha) mostra-se feliz com o facto de a festa estar a correr bem e não faltar comida. Corcovada (Maria do Céu Guerra) elogia a dedicação da mãe de Carlos e garante-lhe que está tudo uma delícia e que Ana Carolina (Beatriz Barosa) está a adorar a festa. 

O Padre (Carlos M. Cunha) pede desculpa pelo atraso e explica que foi apanhado na curva por Glória (Catarina Avelar). 

Betinha ((Ana Marta Contente) tenta dançar com Bino (Pedro Alves), mas ele diz que não quer problemas com Tomé (Pedro Teixeira).

António (Luís Simões) quer convidar Fátima (Marta Andrino) para dançar, mas perde a coragem.

Filipa (Francisca Cerqueira Gomes) mete-se com Carlos (Rodrigo Paganelli) e Ana Carolina (Beatriz Barosa) marca território.

Bino(Pedro Alves) pede ao filho (Rodrigo Paganelli) para pôr um tango e dança com Florinda (Ana Brito e Cunha). São (Sílvia Rizzo) e Tomé (Pedro Teixeira) também dançam com os seus respetivos, como se lutassem pela presidência da comissão de festas.

Corcovada (Maria do Céu Guerra) e Florinda (Ana Brito e Cunha) chegam com o bolo de aniversário de Ana Carolina (Beatriz Barosa) e todos se juntam para lhe cantar os parabéns. A filha de João Maria (Ricardo Trêpa) Carolina emociona-se ao ver o sorriso da avó e ao sentir o calor humano à sua volta.

Carlos (Rodrigo Paganelli) e Louis (Valdemar Brito) cantam os parabéns de olhos postos em Ana Carolina (Beatriz Barosa), sem disfarçar o fascínio que sentem.

O Sôtor (José Carlos Pereira) vê alguns artigos de jornais e sites de notícias e anda de um lado para o outro, preocupado. Entretanto liga a um médico e pergunta-lhe se tem visto as notícias. O Sôtor diz que há uma coisa que ele precisa saber e que está bastante preocupado.

Todos fazem um brinde a Ana Carolina (Beatriz Barosa). Corcovada (Maria do Céu Guerra) deseja que a neta viva até aos cem anos como ela. Ana Carolina põe o Padre a falar com Filipa (Francisca Cerqueira Gomes) para poder ficar com Carlos (Rodrigo Paganelli) só para ela.

Depois disso, Ana Carolina (Beatriz Barosa)puxa o filho de Florinda (Rodrigo Paganelli) para beberem algo.

Bino (Pedro Alves) e Tomé (Pedro Teixeira) comentam a festa e criticam-se mutuamente por terem chamado velha a Corcovada (Maria do Céu Guerra). Quando esta passa por eles, eles tentam impressioná-la e tecem rasgados elogios. Contudo, a bisavó de Ana Carolina mostra-se bastante divertida com os comentários que vai recebendo dos dois. 


Sobre «Festa é festa»

Todos querem fazer um brilharete neste festejo, com vista à herança da idosa, não se poupando a esforços (tal como fazem há mais de vinte anos, mas a idosa não há maneira de se finar...), nomeadamente Albino, o figurão da aldeia, que é, nada mais, nada menos, que o Presidente da Junta. Presidente esse que é também o Presidente da Comissão de Festas. E o Presidente da Casa do Povo. E do Clube de Hóquei em Patins. E coveiro. E tudo, basicamente. Um pavão, que se acha o Marcelo da Aldeia. 

Assim, a festa que, supostamente, seria um motivo de concórdia entre toda a população, vai ser tudo menos isso, começando pela sua organização. Isto porque Tomé (dono do café da aldeia e o “Correio da Manhã” de serviço no que toca a coscuvilhices), o grande rival de Albino desde sempre, vai disputar com ele a presidência da comissão de festas, visto o ano passado competir-lhe a ele, mas a festa não se ter realizado por causa da pandemia. Só que Albino jamais lhe dará essa missão num ano tão simbólico, que pode ser o último de Corcovada. Mas, também, porque cedo recebem na aldeia a notícia de que a TVI vai transmitir a festa em direto. E é aqui que toda a aldeia vai querer dar o seu melhor, defendendo cada um dos intervenientes os seus interesses, mesmo que isso colida de frente com os dos outros. 

Também com vista na herança da idosa, em Lisboa, o neto falido da mesma (um “tio” lisboeta, meio pedante) tem o plano de enviar a sua filha (bisneta da idosa) para a aldeia, no sentido de conquistar e construir uma relação com a idosa, mas com a desculpa da filha ir “curar-se” de um enorme desgosto amoroso que acabou de ter, visto o namorado tê-la trocado pela sua melhor amiga. 

E eis que, quando uma jovem lisboeta, altamente cosmopolita e tecnológica... e queque, cai contrariada naquilo que considera um fim-de-mundo, nomeadamente por não ter shoppings, lifestyle e 4G só de vez em quando... 

Tem tudo para correr mal, não fosse a meio do processo encantar-se por um jovem aldeão, que pouco ou nada conhece fora daquela aldeia. Ou seja, duas pessoas de dois mundos completamente diferentes e antagónicos. Este jovem é filho de Albino, mas a antítese do pai. É um rapaz simplório, acólito, trabalhador, mas com uma falta de jeito (e experiência) gritante com as mulheres. Todavia, irá desde cedo sentir o seu coração a palpitar por Ana Carolina. 

Contudo, a chegada de uma família de emigrantes “filhos da terra”, vai agitar, não só a aldeia, como também o coração destes dois jovens, já que dessa família fazem parte os jovens irmãos gémeos, falsos, Louis e Vuitton, um rapaz e uma rapariga que irão despertar paixões em Ana Carolina e Carlos, respetivamente, criando dois triângulos amorosos tão surpreendentes, como inesperados. 

Inesperados serão também os acontecimentos que se sucederão nesta aldeia, cujos habitantes teimam em fazer de cada dia uma “aventura” diferente, com peripécias e conflitos, que parecem não ter fim. 

De forma humorada, pretende-se com Festa é Festa fazer um retrato do Portugal real, das raízes e cultura do seu povo, ficcionando temas do dia-a-dia da vida das pessoas, num universo tão português, como é a aldeia e o seu evento maior: a festa. 

E é assim, que esta aldeia tão portuguesa verá retratada, de uma forma totalmente abrangente e transversal, todos os temas das sociedades atuais, personalizado em pessoas que “se não existissem, tinham de ser inventadas”. 
Foi o caso...  

Ficha Técnica

Título Original: Aldeia da Bela Vida com mais emoção que nunca!
Categoria: Novela nacional
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