A equipa de hóquei está reunida no café e não escondem que estão nervosos com o jogo. Carlos (Rodrigo Paganelli) acha que é bom sinal e que os mantém alerta para a importância do jogo. Todos sabem que têm de ganhar. Jorge (Manuel Melo) pergunta se é mesmo o último jogo de António (Luís Simões). Ele diz que sim, mas não é o momento de falarem disso. Puxam todos uns pelos outros.
Fernando (Manuel Marques) pede ajuda a Vuitton (Beatriz Costa) para preparar São (Sílvia Rizzo) para a levar para o hospital, mas nisto São dá um grito e diz que não vai para hospital nenhum. Fernando e Vuitton assustam-se, mas ficam muito felizes por São estar de volta. Vuitton abraça a mãe, mas São termina o abraço e diz que tem de ter uma conversa muito séria com Fernando, que pressente estar metido em sarilhos. São dá uma descasca a Fernando pelo que disse sobre ela, a Jorge. Fernando estranha que ela tenha ouvido, dado o estado em que estava, mas São garante que ouviu muito bem. Fernando tenta justificar-se e diz que se soubesse que ela o estava a ouvir, não diria o que disse. Fernando lembra que também disse que a ama e abraça-a, mas São continua furiosa.
Quina (Maria Rueff) está com pena de São e afirma que tudo lhe acontece. Aurélio (Manuel Marques) diz que cada vez que vem à aldeia há novidades e reconhece que não deve ser fácil viver ali. Aurélio volta a convidar Quina para ir com ele, mas Quina diz que só vai se casarem. Aurélio fica todo aflito quando se fala em casamento.
O jogo está a decorrer e a Bela Vida está a perder 17-0. Os adeptos da Bela Vida estão muito descontentes e ouvem-se apupos. Albino (Pedro Alves) e Fernando mandam bocas a Tomé e sugerem que ele arrume as botas. António (Luís Simões) tenta marcar um golo de honra e todos acreditam que vai conseguir, mas nem isso corre bem. Corcovada (Maria do Céu Guerra) diz que já chega de tristezas e vai tomar medidas.
A equipa está reunida no café para se despedir de António e inevitavelmente falam da derrota que sofreram. Delfim finge que não está feliz com a derrota. Delfim pergunta por Tomé e os jogadores dizem que foi chamado para uma reunião de emergência em casa de Corcovada. Ficam todos curiosos com o que se estará a passar lá.
Tomé reconhece que não tem tido bons resultados, mas acredita que vai conseguir dar a volta. Tomé diz que também não é fácil obter bons resultados com uma equipa tão inexperiente. Corcovada acredita nas capacidades de Tomé, mas acha que neste momento precisa de ajuda. Tomé fica surpreendido. Tomé pergunta se a ajuda tem a ver com dinheiro para contratar reforços, mas Corcovada diz que não. Ela informa Tomé que tomou a liberdade de contratar um treinador adjunto, que também foi um jogador conceituado e agora está a dar cartas enquanto treinador. Corcovada acha que Tomé vai ficar rendido, mas ele ficou foi sem reação.