Delfim (António Melo) insiste em saber por que motivo Quina (Maria Rueff) sempre o rejeitou. Quina diz que ele sempre foi meio pateta e taradote, mas Delfim explica que sempre foi apaixonado por ela e agora quer dizer-lhe tudo o que sempre teve entalado na garganta. Quina não está com paciência nenhuma para o ouvir.
Florinda (Ana Brito e Cunha) diz que precisam de ficar alerta durante a noite para não serem atacados por animais selvagens e por isso devem fazer turnos. Albino (Pedro Alves) fica orgulhoso da mulher, mas logo perde o entusiasmo quando ela sugere que comecem os homens a vigiar, para elas poderem dormir. Albino sugere que Fernando (Manuel Marques) fique de vigia, pois já dormiu, mas ninguém confia nele.
Agostinho (Jorge Mourato) entra e não gosta nada de ver Gabanna (Bruno Cabrerizo) de volta de Elisabete (Ana Marta Contente). Ela diz que Gabanna está só a dar-lhe apoio e António (Luís Simões) diz que aconteceu uma grande desgraça. António avisa Agostinho que também vai ter que ser forte e Fátima (Marta Andrino) diz que Aida (Ana Guiomar) morreu. Agostinho fica em choque e Elisabete chora ainda mais.
Glória (Catarina Avelar), Ivone (Maria Emília Correia) e Celeste (Margarida Antunes) veem TV, mas não se conseguem concentrar, pois só conseguem pensar na desgraça que se abateu sobre a aldeia, ao perderem oito dos seus habitantes. Ivone estranha que agora já concordem com ela e Glória e Celeste admitem que depois de tanto tempo, é pouco provável que estejam vivos. Ivone acha que os corpos podem nunca aparecer e Celeste começa a rezar.
Glória, Ivone e Celeste estão consternadas com a possibilidade de terem mesmo morrido todos em África. Recordam-nos com saudades e até de Albino sentem falta. Ivone diz que depois de morrer toda a gente passa a santa. Glória e Celeste olham-na com ar reprovador.
Quina surge, a fugir de Delfim e pergunta se há novidades. Dizem-lhe que não e que há um apagão na rede de telemóvel. Estão todos muito aflitos.