Glória (Catarina Avelar) confessa que também está curiosa para saber quem são aquelas pessoas que vieram com o grupo e não gostou que não quisessem festejar, depois do trabalho todo que deu montar a festa de boas-vindas. O Padre (Carlos M. Cunha) acha normal que eles estejam cansados e não lhes apeteça festejar, mas as mulheres acham que o grupo devia ter mostrado mais empatia por quem sofreu por eles.
Aida (Ana Guiomar), Tomé (Pedro Teixeira) e Josefa (Rita Salema) são os primeiros a chegar à festa de boas-vindas. Os indígenas vêm com eles. Todos os rodeiam e fazem muitas perguntas. Aida é a que vai contando como tudo aconteceu, colocando-se a si como a mais destemida do grupo. Os indígenas não percebem nada do que os outros dizem e vão falando entre si.
Florinda (Ana Brito e Cunha) e Albino (Pedro Alves) choram agarrados a Bininha. Carlos (Rodrigo Paganelli) junta-se a eles e também chora. Depois juntam-se Corcovada (Maria do Céu Guerra), Quina (Maria Rueff), Manel (Vítor Norte), Abel (Júlio César) e Ana Carolina (Beatriz Barosa). Estão todos muito emocionados com o regresso de Albino e Florinda. Nunca ninguém vai esquecer aquele momento. Abel diz que têm de ser prudentes e Manel manda vir com ele.
João Maria (Ricardo Trêpa) e Gabanna (Bruno Cabrerizo) estão reunidos. João Maria está nervoso, pois teme perder o cargo de presidente com o regresso de Albino (Pedro Alves). Gabanna diz que as coisas não funcionam assim e que João Maria foi eleito, por isso aquele cargo é seu por direito. João Maria diz que com Gabanna foi diferente e talvez o seu cargo esteja em risco, mas já contratou uma advogada para os ajudar.
Guida (Cristina Oliveira) dá-se conta de que deixaram os indígenas de parte e chama-os para o pé deles. Os indígenas não percebem nada do que eles dizem, mas acham-nos muito estranhos e questionam-se se não terão calor com tanta roupa vestida. Delfim (António Melo) teme que os indígenas sejam perigosos, mas Elisabete (Ana Marta Contente) lembra que foram eles que salvaram o seus pais, logo não devem ser perigosos. Delfim convida-os para beber champanhe e eles percebem, pois o gesto de beber é igual em todo o lado. Os indígenas começam a achar que não deviam ter vindo para a Bela Vida, pois é só gente maluca.