Por ter de fazer hemodiálise para sobreviver, Margarida temeu que o marido a deixasse
Margarida Baptista, diagnosticada com Síndrome Hemolítico Urémico Atípica aos 9 meses, enfrentou desde cedo uma batalha pela vida. A insuficiência renal, consequência direta da doença, levou-a ao primeiro transplante de rim aos quatro anos e a um segundo aos 12, permitindo-lhe viver com qualidade por períodos limitados. No entanto, o destino trouxe novos desafios: ambos os transplantes foram rejeitados pelo organismo, forçando Margarida a regressar à hemodiálise em 2019. Atualmente, aos 31 anos, aguarda na lista de espera por um terceiro transplante, enfrentando com resiliência uma rotina exigente de tratamentos enquanto mantém vivos os seus sonhos de ser mãe e construir uma família ao lado do marido, João, o seu maior pilar.
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