EP 386 Aida consola São

Episódio 386.

Ter, 9 ago 2022 21:55 TVI

Neste episódio

Elisabete não aguenta mais ouvir Josefa a falar mal de Aida e manda-a calar. Aida e Tomé são atraídos pelo barulho e Aida fica do lado de Elisabete. Tomé defende a irmã e pede a Elisabete para não falar assim com a tia. Aida não quer acreditar que Tomé se pôs do lado da irmã.

Albino insiste em saber porque motivo António bateu em Carlos e este finge que não sabe, temendo levar um raspanete do pai. Albino percebe que o filho deve ter arrastado a asa a Fátima, mas em vez de lhe dar um sermão, dá-lhe um abraço e afirma que está cada vez mais orgulhoso dele.  A discussão está ao rubro e todos falam por cima uns dos outros.

Aida e Elisabete já não aguentam Josefa, mas Tomé pede à mulher e à filha para terem mais respeito. Elas não querem acreditar que Tomé ficou do lado da irmã. São toca à campainha e quando Tomé abre a porta, deixa cair a toalha. São diz que precisa muito de conversar com Aida. 

Quina acorda Corcovada e diz-lhe que tem visitas. Quina revela que Manel ficou logo de trombas porque a visita é o senhor Abel. Corcovada fica toda animada e pede a Quina para preparar um pequeno almoço especial. 

Glória quer saber porque razão António bateu em Carlos, mas ele está muito nervoso com o que fez e não quer falar sobre o assunto. O Padre já sabe do que se passou e quer falar com António. Ele assume que pecou e o Padre tenta acalmá-lo. 

São desabafa com Aida sobre o que se passou no consultório, mas como fala por meias palavras, Aida não percebe nada e tenta adivinhar o que terá acontecido. Aida chega a pensar que ela tenha sido assediada, mas São lá dá a entender que está na menopausa apesar de ainda ser muito nova. Aida mostra-se solidária com São. 

Corcovada é a única que come com vontade, já que Abel e Manel estão amuados. Corcovada quer perguntar-lhes algo, mas eles começam logo em competição, querendo mostrar-se cada um mais disponível do que o outro. Quina tem vontade de lhes pregar com uma frigideira nas ventas. Corcovada, apesar de tudo, acha piada àquela competição.

Aida consola São e ela vai ficando mais calma. Aida diz-lhe que aquilo não é o fim do mundo e que agora há medicamentos que ajudam a minimizar os sintomas. Aida aconselha-a a enfrentar o problema de frente e conversar com Fernando sobre isso, pois ele vai apoiá-la. São sente um afrontamento e chora. Aida apoia-a.

O Padre chega ao café com um ar agastado e diz que o dia ainda agora começou e já tem a cabeça feita em água. Ouvimos Tomé e Josefa a discutirem em fundo. O Padre comenta com Fátima que António deu um soco a Carlos e Fátima fica muito aflita e sai dali. O Padre fica com a garrafa de vinho do porto à sua mercê e serve-se de mais um copo.

Ana carolina vai à mercearia e António percebe que ela não está bem. António pergunta-lhe o que se passa, mas Ana Carolina não quer falar. António atende os clientes todos e quando está a sós com Ana Carolina, pergunta-lhe se quer falar. António acha que Ana Carolina lhe veio pedir satisfações por ter batido em Carlos e assume o que fez. António afirma que Carlos ainda merecia mais porque se atirou a Fátima e tentou interferir no seu casamento. Ana Carolina é completamente apanhada de surpresa e o ambiente fica muito tenso.


Sobre «Festa é festa»

«Festa é Festa» conta a história de uma aldeia, que este ano prepara a maior e melhor festa da aldeia de sempre. Isto porque é o ano em que a maior benemérita/mecenas (D. Corcovada) dessa mesma aldeia cumpre o seu centenário.

Todos querem fazer um brilharete neste festejo, com vista à herança da idosa, não se poupando a esforços (tal como fazem há mais de vinte anos, mas a idosa não há maneira de se finar...), nomeadamente Albino, o figurão da aldeia, que é, nada mais, nada menos, que o Presidente da Junta. Presidente esse que é também o Presidente da Comissão de Festas. E o Presidente da Casa do Povo. E do Clube de Hóquei em Patins. E coveiro. E tudo, basicamente. Um pavão, que se acha o Marcelo da Aldeia. 

Assim, a festa que, supostamente, seria um motivo de concórdia entre toda a população, vai ser tudo menos isso, começando pela sua organização. Isto porque Tomé (dono do café da aldeia e o “Correio da Manhã” de serviço no que toca a coscuvilhices), o grande rival de Albino desde sempre, vai disputar com ele a presidência da comissão de festas, visto o ano passado competir-lhe a ele, mas a festa não se ter realizado por causa da pandemia. Só que Albino jamais lhe dará essa missão num ano tão simbólico, que pode ser o último de Corcovada. Mas, também, porque cedo recebem na aldeia a notícia de que a TVI vai transmitir a festa em direto. E é aqui que toda a aldeia vai querer dar o seu melhor, defendendo cada um dos intervenientes os seus interesses, mesmo que isso colida de frente com os dos outros. 

Também com vista na herança da idosa, em Lisboa, o neto falido da mesma (um “tio” lisboeta, meio pedante) tem o plano de enviar a sua filha (bisneta da idosa) para a aldeia, no sentido de conquistar e construir uma relação com a idosa, mas com a desculpa da filha ir “curar-se” de um enorme desgosto amoroso que acabou de ter, visto o namorado tê-la trocado pela sua melhor amiga. 

E eis que, quando uma jovem lisboeta, altamente cosmopolita e tecnológica... e queque, cai contrariada naquilo que considera um fim-de-mundo, nomeadamente por não ter shoppings, lifestyle e 4G só de vez em quando... 

Tem tudo para correr mal, não fosse a meio do processo encantar-se por um jovem aldeão, que pouco ou nada conhece fora daquela aldeia. Ou seja, duas pessoas de dois mundos completamente diferentes e antagónicos. Este jovem é filho de Albino, mas a antítese do pai. É um rapaz simplório, acólito, trabalhador, mas com uma falta de jeito (e experiência) gritante com as mulheres. Todavia, irá desde cedo sentir o seu coração a palpitar por Ana Carolina. 

Contudo, a chegada de uma família de emigrantes “filhos da terra”, vai agitar, não só a aldeia, como também o coração destes dois jovens, já que dessa família fazem parte os jovens irmãos gémeos, falsos, Louis e Vuitton, um rapaz e uma rapariga que irão despertar paixões em Ana Carolina e Carlos, respetivamente, criando dois triângulos amorosos tão surpreendentes, como inesperados. 

Inesperados serão também os acontecimentos que se sucederão nesta aldeia, cujos habitantes teimam em fazer de cada dia uma “aventura” diferente, com peripécias e conflitos, que parecem não ter fim. 

De forma humorada, pretende-se com Festa é Festa fazer um retrato do Portugal real, das raízes e cultura do seu povo, ficcionando temas do dia-a-dia da vida das pessoas, num universo tão português, como é a aldeia e o seu evento maior: a festa. 

E é assim, que esta aldeia tão portuguesa verá retratada, de uma forma totalmente abrangente e transversal, todos os temas das sociedades atuais, personalizado em pessoas que “se não existissem, tinham de ser inventadas”. 
Foi o caso...

Elenco: Maria do Céu Guerra, Pedro Teixeira, Ana Guiomar, Pedro Alves, Ana Brito e Cunha, Sílvia Rizzo, Maria Rueff, Manuel Marques, Inês Herédia, Aldo Lima, Carlos M. Cunha e muitos mais.

 

Produção 
Ana Antunes
Realização
António Borges Correia
Nuno Franco 
Rodrigo Duvens Pinto
Pedro Brandão
Cenografia
Catarina Amaro
Produção Musical
António Lopes
Sonoplastia
Luís Mendes
Direção de Produção
Pedro Miranda
Consultoria Geral
José Eduardo Moniz
Direção Artística
Hugo de Sousa
Direção de Conteúdos e Produção
Gabriela Sobral
Direção de Entretenimento e Ficção TVI
João Patrício, Lurdes Guerreiro, André Manso
Diretora de Entretenimento e Ficção TVI
Cristina Ferreira
Diretor Geral TVI
Hugo Andrade
Uma Produção Plural para a TVI
 

Ficha Técnica

Título Original: Aida consola São
Categoria: Novela nacional
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